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Em Piracicaba, trio argentino busca novos conhecimentos
Líder Esportes
11/07/2018 07h35
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(Líder Esportes)
 
Fábrica de talentos no kickboxing, a academia Company Top Fight tem acordado há quase dois meses com sotaque espanhol e acento argentino. O trio de Mar del Plata, que pertence ao Team Sud Atlantico, é formado pelos irmãos Eneas, 25, e Ezequiel Fernández, 26, além de Sofia Quiroga, 23. Eles permanecem até o fim de semana em Piracicaba, onde realizaram uma série de treinamentos sob a orientação do técnico Wilson Teodoro. Na bagagem, eles levam para casa conhecimento e experiência.
 
“O nosso objetivo aqui era treinar com atletas de bom nível e Piracicaba tem isso. Ganhamos experiência e assim saímos da rotina, realizamos treinamentos diferentes. Valeu a pena. O mestre Wilson Teodoro nos tratou como filhos, todos nos fizeram sentir em casa”, afirmou Eneas. La Máquina, como é apelidado, é praticante de kickboxing há seis anos e tem no currículo o título de campeão argentino semi-profissional na categoria -60 kg low kicks. “Minha meta é ser campeão profissional e, depois, ensinar o esporte. Para isso, tenho que construir uma carreira sólida”, afirmou.
 
O irmão mais velho, Ezequiel, luta há sete anos e soma dois títulos profissionais argentinos, ambos na categoria 62,3 kg, sendo uma conquista no low kicks e a outra no K1. Essa é a segunda vez que Zeque vem a Piracicaba. A primeira foi em 2017.
 
“É uma experiência sempre positiva para somar experiência e aprender. Ficamos aqui cerca de dois meses. No Brasil, vocês têm o WGP, que é o evento top na América Latina. A minha ideia era treinar com pessoas que disputam esse evento, pois busco uma oportunidade”, contou.
 
Sofia é a mais jovem e a menos experiente do trio. Há quatro anos, ela deu os primeiros passos no kickboxing, mas decidiu competir dois anos atrás. No cartel, são oito lutas, com cinco vitórias.
 
“O trabalho aqui em Piracicaba é muito bom. Viemos pelo nível do esporte e em busca de conhecimento. Vou voltar para a Argentina e aplicar isso. Assim como eles (Ezequiel e Eneas), penso em chegar ao WGP, mas sei que ainda tenho um longo caminho a percorrer”, disse a lutadora. Segundo ela, o kickboxing não é muito difundido entre as mulheres de seu país.
 
RIVALIDADE — Os argentinos vieram ao Brasil para treinar kickboxing, mas, em época de Copa do Mundo, não deixaram de acompanhar a seleção do país. Quando a equipe de Lionel Messi e companhia foi eliminada pela França nas oitavas de final do Mundial da Rússia, eles não escaparam das gozações.
 
“O pessoal brincou, mas teve muito respeito. Pensei que iriam tirar mais sarro, pois a rivalidade existe (risos)”, disse Ezequiel. “As pessoas aqui não são apaixonadas como pensávamos. Na Argentina, a gente grita mais”, completou Sofia.
 
 
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