Existem momentos em que as dificuldades nos amedrontam

No labirinto da vida, esses momentos aparecem em graus diferentes e acabam exigindo forças, para que sejam superados.

Nessas horas difíceis, é da fé que faz nascer a coragem, para vencer o medo buscando a superação, indo além dos limites.

Alguns exemplos de superação nos servem de alimentos para a alma, no que diz respeito à fragilidade humana.

Que tipos de dificuldades se apresentam para serem vencidas por essa superação?

Temos as dificuldades administrativas, que levam a rasgar nossas calças, quando damos o passo maior que a perna; quando gastamos mais do que ganhamos ou colocamos o carro na frente dos bois.

Temos as dificuldades econômicas, em que o que produzimos não é suficiente para alimentar as necessidades de um número cada vez maior de pessoas, que aumenta a cada dia, as quais dependem de situações geográficas, climáticas e tecnológicas.

Temos as dificuldades financeiras, que exigem planejamento no tempo e no espaço, para regular as torneiras dos recursos, senão quando tivermos sede, teremos a água chegando atrasada, apesar de termos represada. O mesmo caso é o que acontece com os remédios, não podem chegar tarde.

Temos as dificuldades familiares, que pelo desentendimento, se lançam em violência, comprometendo o equilíbrio daquilo que é a coluna dorsal da sociedade, a família.

Temos as dificuldades políticas que por falta de formação de lideranças, apresentam sempre a mesmice, não inovando, com prejuízo da visão de futuro, pondo em risco o que já se tenha feito, não deixando fluir o processo criativo tão necessário ao progresso humano.

Temos as dificuldades emocionais, porque o ser humano antes de pensar, ele sente, e não tendo bases na racionalidade levam a derrota a qualquer projeto. Incluem-se nessas dificuldades, as amorosas, que permeiam os meios sociais e que não deixam prosperar a felicidade.

Temos também as dificuldades das “crenças” que dividem os nossos sentimentos com preconceitos e superstições, e que acabam por nos dividir dando oportunidade às lutas improdutivas.

Temos as mais trágicas das dificuldades que é a da saúde pública. Dela surge todas as já citadas e se apresentam como doenças endêmicas e epidêmicas sem contar as acidentais ou congênitas.

De todos esses “temos, temos e temos”, somos remetidos às crises que estamos vivendo e sentindo na pele.

Para que possamos “nos superar”, é necessário os “superadores” que nos conduzem a um estado de esperança, reforçando as nossas fraquezas, trazendo a continuidade da vida em comum e que são apoiadas na “educação” como base e prática para o sucesso.

De tudo o que foi falado acima, a educação está inserida em todas as dificuldades: Ela é a chave que pode abrir o caminho da prosperidade.

Encontram-se entre nós muitos desses “superadores”. Eu pessoalmente os conheço e os saúdo citando alguns deles: o Bolão, o Mugão, o Raul, o Xuxo, o Chaddad, o Toninho Bombac, o Cipriano, o Paulão, o Trevisan, o Borguesi, o Carlão da Zaz Traz, o Nelson vendedor de bilhetes, o Bandeira da Câmara de Vereadores, o Evaldo da Tribuna entre outros.

Como lembrança principal, está Adilson Benedito Maluf que com toda a sua fé, com o surgimento de sua coragem, continua ao nosso lado e que tem se “superado” deixando um exemplo vigoroso de vida, celebrando a alegria do viver.

A ele e seus familiares, como reconhecimento à sua superação muitas felicidades pela data natalícia, com o nosso abraço e uma grande salva de palmas.