Fumep anuncia quatro novos cursos de graduação para 2020

Cursos serão de: arquitetura, direito, engenharia elétrica e ciências contábeis. (foto: Arquivo/JP)

A Fumep ( Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba) oferecerá quatro novos cursos de graduação no próximo vestibular: arquitetura, direito, engenharia elétrica e ciências contábeis. O anúncio foi feito durante a 40ª reunião ordinária, na noite desta quinta-feira (8), quando o diretor-executivo da instituição, Antonio Carlos Guliani, usou o tempo de 30 minutos de suspensão do expediente dos trabalhos legislativos da Câmara de Vereadores solicitada pelo presidente da Casa, Gilmar Rotta, autor do requerimento 535/2019. O diretor-executivo da Fumep explicou que o corpo docente da instituição tem até o dia 30 de agosto para definir o conteúdo dos novos cursos.

A partir de 1 de setembro, começa o trabalho para juntar os documentos e encaminhar, até o dia 30 de setembro, para avaliação do Conselho Estadual de Educação, para que os cursos comecem a partir de 2020. Responsável por quatro unidades de ensino (EEP, Cotip, Centro de Educação Profissional – CEPP e o Centro de Pós-Graduação – CPG), o diretor da Fumep demonstrou o plano de trabalho da fundação, que, segundo ele, tem como objetivo “revitalizar” a instituição ligada à Prefeitura de Piracicaba e “ainda trazê- -la mais próxima à sociedade e ao meio empresarial”, acrescentou. Giuliani destacou também algumas readequações na estrutura do Cotip, que completará 50 anos em novembro.

Já em relação ao Cepp, lembrou dos cursos de férias, que agora são 14 no total, sendo 10 novos na área de gestão. No CPG, a previsão é ampliar mais cinco cursos em MBA até o fim do ano, além dos 10 atuais sendo que as inscrições seguem até o próximo dia 15. Dentre os objetivos da Fumep está em incentivar a produção acadêmica entre professores e alunos, contribuir com novas propostas ligadas à demanda das empresas, ampliação de EAD (ensino à distância) e inserção internacional.

“Em termos financeiros, a quantidade de alunos que temos não está nos gerando uma receita suficiente. Por isso é um momento para se repensar a produção acadêmica, administrativa e mercadológica”, disse.

Da Redação