Grupo Vocal da Esalq participa de Festival Internacional de Corais

Evento acontece em 05 e 06 de outubro, em Ubatuba; Tema é ‘Povos Negros. (foto: Amanda Vieira/JP)

O Grupo Vocal Luiz de Queiroz, da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), sob a regência da Maestrina Cíntia Pinotti, participa, nos dias 05 e 06 de outubro, da edição 2019 do FIC (Festival Internacional de Corais). O encontro acontece em Ubatuba e inclui apresentações na histórica Igreja Exaltação da Santa Cruz, e na Aldeia Boa Vista, dos indígenas Guarani. A entrada é gratuita.

O tema das apresentações desta edição são os “Povos Negros”. O evento se estende desde 13 de setembro e acontece em 80 locais, entre os estados de Minas Gerais e São Paulo. O objetivo é exaltar e homenagear a cultura afro-brasileira.

O Festival Internacional de Corais é um evento anual criado em Belo Horizonte, em 2003, pelo Maestro Lindomar Gomes. O Grupo Vocal Luiz de Queiroz esteve presente em três edições e, nesta, prepara um repertório especialmente escolhido para o tema.

“Já fizemos várias apresentações aqui na USP relacionadas à valorização da cultura dos povos negros no último ano, e o tema do festival veio de encontro a isso”, relata a Maestrina Cíntia Pinotti. “Ficamos muito contentes. Faremos um programa alegre. O entusiasmo da música afro-brasileira combina muito com os brasileiros”.

O programa inclui as canções: Alvorada, de Ernesto Nazareth com arranjo de Fabiano Lozano; Carinhoso, de Pixinguinha e João de Barro com arranjo de Tim Rescala; Marambaia, de Henricão e Rubens Campos, com arranjo de Alberto Cunha; Circle of Life, de Elton John e Tim Rice com adaptação de Cíntia Pinotti; Vuelie, de Frode Fjelheim e Christophe Beck com adaptação de Cíntia Pinotti; Muié Rendêra. De Marlos Nobre; Boiadeiro, de Armando Cavalcanti e Klécius Caldas e arranjo de João Beltrão Júnior; Rio de Lágrimas, de Tião Carreiro, Piraci e Lourival dos Santos e arranjo de C. Pinotti, e Akekho ofana no Jesu, música tradicional sul-africana, com adaptação de Edu Morelembaum.

“É a primeira vez que participamos do festival com o Grupo Vocal e todos estão muito felizes com o programa”, afirma. “Pretendemos integrar o público da cidade e também os indígenas. Os corais levam a cultura em uma linguagem universal e que aproxima as pessoas”.

 

Mariana Requena
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