IBC-Br sobe 1,26% na média do 4º tri de 2017 ante três meses anteriores

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou alta de 1,26% no acumulado do quarto trimestre de 2017 na comparação com o trimestre anterior (julho a setembro) pela série ajustada do Banco Central. Já na comparação do quarto trimestre de 2017 com o quarto trimestre de 2016, o índice subiu 2,56% pela série observada.

Como de costume, o Banco Central revisou dados do Índice de Atividade Econômica na margem, na série com ajuste. Em novembro, o IBC-Br passou de +0,49% para +0,30%. Em outubro, o índice foi de +0,37% para +0,42%. No caso de setembro, a revisão foi de +0,29% para +0,38%.

O dado de agosto foi de -0,33% para -0,27% e o de julho permaneceu em +0,35%. Em relação a junho, o BC substituiu a taxa de +0,53% pela de +0,48%.

Considerado uma prévia do BC para o PIB por analistas, o IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. A previsão oficial do BC para a atividade doméstica em 2017 é de avanço de 1,0%, sendo que este número foi informado em dezembro.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará o dado oficial do PIB do ano passado apenas em 1º de março. Para 2018, o BC estima um crescimento de 2,6% para a economia.

Média móvel

Após avançar 0,37% em novembro, a média móvel trimestral do IBC-Br teve alta de 0,71% em dezembro, na série com ajuste sazonal.

A média móvel do IBC-Br costuma ser usada como indicativo de tendências para o índice. Neste caso, o porcentual reflete a comparação entre o trimestre encerrado em dezembro e o trimestre encerrado em novembro.

No caso da série sem ajuste sazonal, a média móvel trimestral do IBC-Br teve resultado positivo de 0,25% em dezembro. Em novembro, a média móvel sem ajuste havia caído 1,04%.