Imunização contra a gripe atinge 65,9% dos grupos prioritários em Piracicaba

Imunização acontece diariamente nos postos de saúde (Foto: Amanda Vieira/JP)

Até a última quarta-feira (22/05), já foram imunizadas mais de 60 mil pessoas em Piracicaba na Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe (Influenza), o que representa 65.90% da cobertura vacinal. A ação prossegue até o dia 31 de maio e a meta do Governo Federal para este ano é vacinar 82.307 pessoas no município, que compõem os grupos prioritários para imunização.

Todos os postos de saúde da Rede de Atenção Básica (exceto Crab Paulista) estão atendendo e, neste sábado (25/05), com o objetivo de ampliar a cobertura da campanha, de acordo com o Departamento de Vigilância Epidemiológica (DVE), estarão atendendo mais seis postos volantes em pontos estratégicos da cidade (ver lista abaixo).

Dentre os grupos prioritários com meta estabelecida pelo Ministério da Saúde (MS), receberam a dose 14.427 crianças de seis meses a menores de 6 anos (56,63%), 2.165 gestantes (57,41%), 455 puérperas (73,39%), 7.190 trabalhadores da saúde (58,64%), 2.335 professores das escolas públicas e privadas (75,32%), 33.694 indivíduos a partir de 60 anos (72,89%), entre outros.

Compõem ainda os públicos prioritários portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (com apresentação da prescrição médica no ato da vacinação), Policiais Civis e Militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas.

Para o secretário de Saúde, Pedro Mello, é fundamental que as famílias compreendam a importância da vacina para o bem de toda a cidade, uma vez que o contágio se dá por via respiratória e por contato físico, o que facilita a disseminação do vírus nessa época do ano.

Devemos ter uma atenção especial aos grupos prioritários, mas o estímulo para que a vacinação abranja o público-alvo esperado deve ser de todos: pais, mães, tios, avós, amigos. Porque somente com esta corrente proativa em favor da imunização conseguiremos evitar agravamentos, que podem levar à morte”, explicou.