Marmita de detento chega batizada com droga ao CDP

droga Droga estava escondida em pedaços de carne cozida. ( Foto: Divulgação)

Uma visitante tentou entrar no CDP (Centro de Detenção Provisória) “Nelson Furlan” com uma porção de maconha escondida no meio de pedaços de carne, anteontem de manhã. A porção de alimentos iria ser entregue ao companheiro que cumpre pena na unidade. A mulher foi encaminhada ao plantão policial, onde foi autuada em flagrante sob acusação de tráfico de drogas. Ela permaneceu na cela anexa à carceragem, enquanto aguardou para ser apresentada à audiência de custódia.

De acordo com a SAP (Secretaria de Administração Penitenciária), uma mulher estava entre os visitantes e passava pelo procedimento de revista dos alimentos que seriam entregues aos detentos. Os agentes de segurança penitenciária passaram a vistoriar as “marmitas” e constataram que havia uma porção de maconha embalada em um preservativo que estava escondido no meio de pedaços de carne. Posteriormente, a Polícia Militar foi acionada e a mulher foi encaminhada ao plantão policial, acompanhado de um agente de segurança penitenciária.

A SAP mantém uma política de tolerância zero com relação à entrada de objetos ilícitos, sejam eles celulares, entorpecentes, entre outros, em suas unidades prisionais. Atualmente, todas as unidades prisionais do Estado de São Paulo estão equipadas com aparelhos de raio-X de menor e maior porte, além de detectores de metais de alta sensibilidade que ajudam a coibir a entrada de equipamentos e drogas. Todos os presos que são surpreendidos com drogas ou celulares respondem criminalmente, além de sofrer sanções disciplinares, perdem os benefícios conquistados durante o cumprimento da pena. O juiz da Vara de Execuções Criminais também é avisado e há a transferência do preso para pavilhão disciplinar.

(Cristiani Azanha)