Moradora reclama de trabalho da Sedema

Sedema Uma solicitação de poda foi feita pela metade e o galhos ficaram jogados na rua. ( Foto: Claudinho Corradini/JP)

A técnica de enfermagem Mônica Chaves reclama do trabalho realizado pela Sedema (Secretaria de Defesa do Meio Ambiente) em sua casa, na rua Manoel Bandeira, na Santa Cecília. Há dois meses, ela solicitou a poda de 11 palmeiras de cerca de 13 metros cada, que ficam na calçada. Uma equipe iniciou os trabalhos quando perceberam um enxame de abelhas em uma das árvores, os insetos atacaram e o trabalho foi suspenso. Os trabalhadores informaram que outra equipe iria retirar o enxame, o que não aconteceu até o momento.

Mônica disse que os os funcionários deixaram os galhos junto ao meio-fio obstruindo uma boca de lobo. “O rapaz que faz a limpeza da minha calçada foi quem retirou os galhos e colocou aqui”, contou apontando para o amontoado de galhos secos. A moradora ficou mais irritada quando foi informada por uma funcionária da Sedema de que seria preciso ligar no 156 para solicitar a retirada dos galhos. “A prefeitura não fez o trabalho direito, não concluiu a poda, não retirou o enxame de abelhas e deixou o lixo aqui na calçada.”

Ela também se queixou do acúmulo de água junto à caçada. Para este problema, ela disse que acionou a prefeitura e uma equipe foi ao local para avaliar a necessidade de construir uma valeta na esquina das ruas Manoel Bandeira com Marcelo Tupinambá. “Eles vieram aqui, avaliaram fizeram outras coisas na rua, mas não abriram a valeta”, afirmou.

Mônica disse ainda que encontrou um escorpião em seu quintal. “Não estou dizendo que o escorpião estava nesse entulho, mas na minha casa nunca apareceu esse tipo de bicho”, afirmou. A moradora fez questão de destacar a atenção da funcionária que a atendeu na Sedema e, em contrapartida, reclamou do descaso das equipes que deixaram o entulho na calçada. “Eles voltaram aqui outras vezes e não tiveram a capacidade de levar os galhos.” A prefeitura que fará um levantamento dos processos e se manifestará posteriormente.

(Beto Silva)