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Ataque cibernético já atingiu mais de 100 mil em pelo menos 150 países
Agencia Estado
14/05/2017 11h02
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A agência de polícia da União Europeia, Europol, afirmou neste domingo que um ataque cibernético já atingiu até agora mais de 100 mil organizações, em pelo menos 150 países. Porta-voz da Europol, Jan Op Gen Oorth disse que o número de indivíduos vítimas do ataque pode ser bem maior. O porta-voz informou que ainda é cedo para se descobrir quem está por trás da ação ou suas motivações. Ele afirmou que o maior desafio é o fato de que o ataque se espalha rapidamente, mas acrescentou que, até agora, poucas pessoas pagaram resgates, como exigido pelo vírus. O funcionário da Europol disse ainda que mais pessoas podem ser atingidas pelo vírus virtual nesta segunda-feira, quando voltarem ao trabalho e ligarem seus computadores. O ataque começou na sexta-feira e acredita-se que seja o maior episódio online de extorsão já registrado. Entre as vítimas estão uma rede de hospitais no Reino Unido e o serviço ferroviário nacional da Alemanha. Na China, a imprensa local reportou que o ataque cibernético atingiu muitas redes de universidades do país. O Beijing News informou neste domingo que estudantes de várias universidades informaram que foram afetados pelo vírus, que bloqueou acesso a suas apresentações e documentos dos computadores. Nos computadores atingidos, uma janela exigia pagamentos de US$ 300, ou cerca de 2 mil yuans, para a liberação dos arquivos. O ataque afetou computadores que gerenciam fábricas, bancos, agências do governo e sistemas de transporte. No Reino Unido, quase 20% dos grupos de cuidados com a saúde foram afetados, mas um jovem pesquisador britânico descobriu uma resposta para conter o ataque, o que limitou os danos. Especialistas em segurança cibernética dizem que pode haver ataques bem maiores, caso as empresas e governos não façam grandes mudanças nos sistemas. Entre os países atingidos estão Rússia, Ucrânia, Brasil, Espanha, Índia e Estados Unidos. O ataque atual foi realizado a partir de um problema de segurança no Microsoft Windows. A Microsoft havia liberado em março uma atualização em março que consertava o problema, mas muitos computadores não tinham passado por essa atualização, o que os deixou vulneráveis. Fonte: Associated Press.
 
 
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