O Brasil está do nosso lado!

Quando percebemos que o Brasil está dividido por tendências de ódio, divisão que só interessa aos grupos radicais e que contribui para prolongar a crise retardando a retomada do desenvolvimento, precisamos deixar de lado os radicais do “Brasil de nós” e dos “contra”, facções que se acusam mutuamente para começar a pensar que o Brasil está do nosso lado, e para isso é necessário nos esforçar para que o pior não aconteça, evitando passar por cima da razão e da democracia que procura sua identidade a todo custo.

A tal luta da “esquerda contra a direita” que propõe o aumento do ódio deve ser atenuada a favor do nacionalismo, que tem origens nas culturas e tradições sempre direcionadas ao amor à pátria, coisa relacionada às emoções e que chega ser racional.

O caminho mais curto para se atingir tais propósitos é através da educação tida como distante, mas que tem dado provas pelo mundo a fora ser a única forma que promove a sustentabilidade econômica e social.

Porém para que esse caminho seja perseguido, o ingrediente do “amar” se faz necessário para conseguirmos que a educação seja sentida na diferença entre as tarefas do professor e do educador, pois uma é técnica e a outra moral.

Já percebemos também que a teoria do ódio, hoje vem sendo estudada como necessidade nos debates, é relevante para que se admita a aproximação das diversidades sociais, que desagua nos sistemas políticos com os aproveitadores a solta tirando vantagem das contendas existentes.

Sim, o Brasil está do nosso lado! Sim o Brasil está do nosso lado! Precisamos estar do lado dele!

Tenham certeza que os ladrões do Brasil não estão arrependidos do que fizeram e não vão devolver o que roubaram porque tinham possibilidades de serem inocentados pelo conhecimento das probabilidades de isso acontecer nas áreas judiciais.

Agora, os esperados resultados da reforma da Previdência, da reforma trabalhista, ainda sendo digeridas pelos estômagos de parte de grupos políticos derrotados nas urnas e condenados pelos tribunais, grupos lamentavelmente apoiados por uma voraz e tendenciosa parcela da mídia.

Tempos de “Fake News” de derrota do patriotismo, de afronta ao interesse público e ao combate à corrupção.

Vem aí 2020. A simples chegada de um novo ano não significa por si só, uma transformação em relação a 2019, mas os agressores radicais deveriam aproveitar os dias do Natal e do ano Novo para refletir sobre a necessidade de cada cidadão atuar para reduzir o ímpeto guerrilheiro, pois mesmo sabendo que esses grupos não vão desaparecer, a disseminação do ódio deverá ser contida. Deixar 2022 para 2022.

Com isso afirmamos que o Brasil está do nosso lado, porque ele tem um lado só, o lado do entendimento, para que o Hô… Hô… Hô do Papai Noel possa trazer a esperança tão desejada.

Feliz Natal.

Próspero 2020.