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Seu presente
Francisco Ometto Júnior
26/12/2016 12h56
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É extensa a lista de pessoas que romperam com suas épocas, ampliaram o horizonte da inteligência e tiveram grande influência para a humanidade.

Não conseguiríamos reunir todos neste artigo... Entretanto, houve um homem que não só influenciou significativamente a humanidade, mas simplesmente a revolucionou.

Não há mais dúvidas de que, independente de religião ou crença, ele existiu e foi um marco divisor da História. Estamos falando de Jesus Cristo e o próprio calendário tem seu nome como base (‘antes’ de Cristo, A.C. e ‘depois’ de Cristo, D.C.). Além da Bíblia, são inúmeras as comprovações sobre a Existência, a História e o Legado de Jesus e estamos também falando de comprovações históricas e científicas.

Inclusive vale lembrar que muitos cientistas (antes ateus) acabaram se convertendo depois de suas pesquisas.

Um historiador Judeu chamado Flávio Josefo - que viveu na época de Jesus Cristo - fala sobre Ele em sua famosa obra ‘Antiguidades Judaicas’: “... entretanto existia, naquele tempo, um certo Jesus, homem sábio... Era fazedor de milagres... ensinava de tal maneira que os homens o escutavam com prazer... Era o Cristo, e quando Pilatos o condenou a ser crucificado, esses que o amavam não o abandonaram e Ele lhes apareceu no terceiro dia...” Apenas cito este como exemplo, pois temos inúmeros outros documentos históricos...

Mas quem foi Jesus Cristo? Qual o seu legado? Além de realizar sua Grande Missão aqui na Terra, Jesus nos deixou valiosos exemplos de vida, de personalidade, de sabedoria, de autoconhecimento.

E ele mudou a história da humanidade assim.

Mesmo fazendo milagres seu diferencial era o comportamento.

E é neste campo que vou focar hoje.

Como Psicanalista e estudioso da mente, me espanta o quanto Ele foge de qualquer previsão que se possa fazer do ser humano.

Ao invés de ‘exigir’ que todos pensassem como Ele, simplesmente ensinou o valor da liberdade, foi categoricamente contra a insensatez dos valores e regras daquela época, mas com coerência, argumento, fundamentação e principalmente com exemplo. Tinha um alto grau de autoconhecimento e autodomínio, comprovados por uma de suas frases: “Se alguém deseja seguir-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e me acompanhe”. (Mateus 16,24).

Apenas quem tem consciência do seu valor e de seus objetivos deixa livre, entende e respeita a decisão do outro.

Este é o amor que Ele pregava. Um amor sem necessidade de “receber algo em troca” ou satisfazer algum prazer ilusório, emocional ou material, mas em função de algo mais sublime, abrangente, superior.

Este é o perdão que Ele pregava. Um perdão sem interesse em “ter algo em troca”, ou defender algo que não se queira perder... Um perdão de dentro para fora. Por conta de Sua Missão de resgatar a humanidade para Deus e de tantos contratempos psíquicos que viveu, teve todos os motivos para ser depressivo, ansioso ou ter outros transtornos.

Era incomodado, questionado, injuriado e precisava exercer a tolerância como ninguém.

Além disso, sabia quando e como iria morrer. Mas, impressionantemente, foi o homem mais equilibrado emocionalmente da história. Jesus até poderia ter todos os homens do mundo aos seus pés, mas, para espanto de todos, lavou os pés dos seus discípulos, dando a lição preciosa da humildade.

Vale a pena estudar a Vida de Cristo e os relatos científicos sobre seu Legado. Muitos podem achar Deus ou Jesus uma desculpa da mente para a não aceitação de um ‘fim‘ ou para explicar o inexplicável ou então para ‘aliviar‘ sofrimentos.

É muito além disso. Veja o que diz Augusto Cury, psicanalista, psiquiatra e um dos autores mais lidos da atualidade: “Compreendi que só a existência de um Deus fantástico poderia explicar o anfiteatro da nossa inteligência. Compreendi que era impossível que Jesus fosse fruto de uma ficção. Nenhum autor poderia construir uma personalidade como a d’Ele. Amá-lo não é apenas um ato de fé, mas uma decisão de muita inteligência”.

Hoje viveremos a Noite de Natal, a lembrança e a comemoração do Nascimento de Jesus.

Dê um presente a você mesmo. Aceite-O e viva-O em sua vida diária, não só hoje, mas ‘à partir’ de hoje. Feliz Natal!


Francisco Ometto Júnior

É professor e psicanalista


 
 
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