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Dúvidas
Plinio Montagner
18/04/2017 06h00
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“O mundo não será destruído por aqueles que o querem mal, mas por aqueles que observam holocaustos e não fazem nada” (Albert Einstein).
 
E nós? O que desejamos realmente na vida? O que mais nos entusiasma? 
 
É difícil ocultar a insegurança na hora de responder a perguntas desse tipo. Mas para tudo há um tempo. Quando se é jovem é normal titubear em responder com firmeza sobre o futuro e a própria vida. É preciso viver mais e adquirir conhecimentos para escolher acertadamente uma profissão ou mesmo a realização de um sonho.
 
As desconfianças atrapalham, mas são necessárias; elas indicam prudência. Tudo que é feito ou decidido às pressas geralmente gera maus resultados. As escolhas movidas por impulso são efêmeras, como as paixões. 
 
Escolhas sem critério geralmente são incompatíveis a bons resultados, principalmente quando não há competência genética e ambição. Para lembrar, ambição é bom, mas é preciso sair à luta. O que a espécie humana deve evitar é chegar à velhice sem ter feito coisa alguma. 
 
Nascer rico, ficar rico, ter muito dinheiro e bens é o que todos querem. As mulheres acrescentam com mais frequência que os homens os itens amor, paixão e filhos. 
 
Em verdade o que todo o mundo quer é ser feliz. 
 
São bem apropriados os ditados: “Não há vento favorável para o barco sem destino”. “Uma rosa não mostra sua beleza se ficar enclausurada no botão”. 
 
Na idade das escolhas e das dúvidas há um conselho: siga as dicas do coração quando a razão não encontra respostas. 
 
Não existem julgamentos nem experiências que indicam o melhor emprego ou a melhor profissão. Com certeza a opção mais acertada é aquela que é feita com paixão, com prazer. Quem pensa primeiro em dinheiro, pode ficar rico, mas será infeliz em seu trabalho. Acima de tudo deve prevalecer o amor. Qualquer trabalho quando movido pela alegria e paixão será um brinquedo para a vida toda.
 
Considerando a assertiva do físico e filósofo A. Einstein, na hora de escolher o trabalho, poucas pessoas consideram a paz e os valores espirituais, que são bens que o dinheiro não compra.
 
O amor, a dedicação ao trabalho, a generosidade, o respeito à natureza e a fé completam a base da sociedade ideal. 
 
Quantas pessoas responderiam assim? - Eu gostaria de fazer alguma coisa para fazer os outros felizes.
 
Riqueza e poder, sem amor e respeito aos semelhantes só servem para alavancar a disposição belicosa do homem e das nações. 
 
Não é apropriado querer fazer sempre o que gosta, mas tentar gostar do que faz quando falha a primeira opção. 
 
Frases de um biólogo: “A rã não salta por beleza, mas por precisão”. “Cobra que não se desenrola passa fome”.

Plinio Montagner

 
 
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