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Cartas do leitor - 06/12/2017
Da redação
06/12/2017 16h57
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Vagas em creches
 
Gostaria de relatar minha experiência sobre a reportagem das muitas mães que perderem a vaga da creche integral para o parcial, publicada no último sábado pelo JP. Difícil hoje notar um bairro que não tenha ocorrido isso. E é direito das crianças, independente do trabalho dos pais. Esse é o segundo ano que estou tentando recuperar a vaga integral do meu filho e está muito difícil. Antes, eu trabalhava de carteira assinada, fiz a inscrição do meu filho na creche e, como esperado, ele conseguiu a vaga integral. Ano passado fui assinar a rematrícula para esse ano e perdi a vaga integral. A resposta que tive é que havia gente que precisava da vaga mais do que eu. Porém, a escola sequer fez a análise socioeconômica e já tirou suas próprias conclusões. Eu já não estava mais de carteira assinada, estava trabalhando como promotora de vendas (autônoma), fiz a declaração registrada em cartório e, mesmo assim, não consegui recuperar a vaga do meu filho. E, detalhe: os plantões eram das 9h às 18h. Na época, levei até contrato de trabalho dessa empresa que estava prestando serviço como promotora de vendas. Mas tudo foi em vão. Esse ano, fui fazer a inscrição do meu filho (6 meses e rematrícula do meu filho mais velho, o mesmo que perdeu a vaga integral) e, para a minha surpresa, ambos parcial. Ainda me falaram na secretaria que se eu arrumasse um serviço registrado para aguardar surgir uma vaga. Mas, penso eu, que se meu filho estiver matriculado apenas meio período, fica mais difícil procurar um serviço. Essa análise socioeconômica deveria ser realmente analisada. Criança precisa de amor, educação vem de casa, mas é preciso esse contato com os educadores, com outras crianças. E, principalmente, que os pais trabalhem para colocar a comida dentro de casa, independente do trabalho, seja autônomo ou CLT.
Francimeire Santos Nogueira, doceira

Da redação

 
 
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