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Padre Edvaldo: de ‘menino’ a ‘homem de Deus’
Maria Helena Aguiar Corazza
06/12/2017 16h56
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Dez anos se passaram e, no entanto, parece que foi ontem que ele chegou a nossa cidade! 
Dez anos que padre Edvaldo preencheu de ensinamentos, alegria, dedicação, devoção e compreensão tantos corações, principalmente os antigos dispersos e confusos que hoje por causa dele alcançaram a graça do retorno à sua fé e à sua Igreja, graças às mãos desse discípulo ardoroso do Senhor que crê, cumpre, divulga, defende e prega a religião de maneira tão sábia e iluminada.
 
A obrigação do autor (pelo menos a minha...) é levar a seu público mensagens de força, coragem e perseverança, mas, em relação ao padre Edvaldo fica difícil aceitar decisões que, apesar de serem ”normas“ da nossa Santa Madre Igreja, conseguem deixar com sua partida, lágrimas e sofrimentos a tantos carentes, idosos e crianças por ele cuidados nesses anos, de suas palavras de força e até “curas” de suas doenças e outros problemas, muitas vezes aliviando as dores, que é ”tarefa divina“ (como disse Hipócrates, o Pai da Medicina...), tal seu empenho, carisma, afeto e sinceridade em seu trato com todos que a ele vieram e que, agora, indo embora, deixará uma grande lacuna! Particularmente, eu não consigo entender essas atitudes e condutas de medir o tempo de permanência de sacerdotes que cuidam tão bem de seu rebanho, principalmente quando eles farão tanta falta! Isso eu não consigo entender, mesmo!
 
Então, ficamos pensando, o que será que Deus reserva para padre Edvaldo? Tom Jobim escreveu que: “o sucesso é ofensa pessoal“. Será que existe alguma coisa que incomodasse alguém a ponto de querer interromper seus propósitos ou calar sua força, a fim de tirá-lo da jogada? Perguntas sem respostas que não calam e que permanecerão por muito tempo nas cabeças de seus seguidores.
 
Importa agora lembrar sempre sua frase, que vai permanecer para sempre entre seus fiéis, adeptos ao começar todas as missas: “que bom que você veio”... Ao que afirmaremos por longo tempo onde permaneça nossa saudade, respeito e admiração: “que maravilhosa sua vinda” para nossa terra durante esse tempo e ter reconhecido naquele “menino de Deus“ sobre quem escrevi dez anos atrás e que, agora, se revelou um “homem de Deus”, que lhe escrevo hoje com tanto orgulho e satisfação, com toda certeza iluminado pela graça da consciência cristã e do Evangelho que lhe é tão peculiar e tão bem pregou, irá alastrar em outras plagas (e, neste caso, a felizarda cidade de Rio Claro, nossa irmã vizinha), seus conhecimentos, virtudes sãs e positivismo inabalável a comandar outros filhos do Senhor e, com isso, poder justificar a falta e a saudade que ficará a orientar aqueles que precisam da paz e do amor verdadeiro que padre Edvaldo conseguiu reunir em sua incrível passagem por aqui.
 
Querido padre Edvaldo, além de tantos agradecimentos pedimos ao Pai que o abençoe, proteja, ilumine e o faça muito feliz em sua nova empreitada! Amém. 

Maria Helena Aguiar Corazza

É escritora e presidente da Academia Piracicabana de Letras.


 
 
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