,
Clique e
assine o JP
Televendas: 3428-4190
Classificados: 3428-4140
Comercial: 3428-4150
Redação: 3428-4170
Últimas notícias:
  • Campanha do Agasalho movimenta escolas
  • Rosana Fessel, a Maria da Penha de Piracicaba
  • Moradores de rua abandonam o vício e tentam dar a volta por cima

Qual o tamanho da nossa força?
Maria Helena Aguiar Corazza
25/04/2018 17h41
  |      
ENVIAR     IMPRIMIR     COMENTE              
 
Esta pode ser considerada uma ótima pergunta: “qual o tamanho da força que temos utilizado em nossas vidas?”. Uma força constante, perseguida, fortalecida a cada obstáculo encontrado, ou uma força medrosa, desanimada e pessimista, desprezada tanto ao mínimo problema quanto a grandes angustias? É bom estar consciente e atento em momentos de queda e fraqueza, quando o inesperado traz uma surpresa dolorida e desagradável, pois é aí que se torna premente se tornar dono da situação e demonstrar a fé trazida dentro de si. Controlar a dificuldade, buscando alternativas que geralmente existem, mas que ficam desprezadas ante a amargura de amenizar o período de incertezas e buscas de soluções desesperadas, uma atitude dura e difícil que exige um esforço supremo e adulto, principalmente se o problema for grande demais e a fatalidade estiver além das forças humanas.
 
Comentar um assunto como esse não significa que quem o faz está, ou é isento de em certos momentos querer largar tudo e sair gritando por este mundo afora, e se deixar dominar pelas descrenças, questionamentos, dúvidas ou insatisfações. Pelo contrário! Quantas vezes ao deparar com o sofrimento procuramos encontrar respostas que não acontecem e que ainda irão custar dias e dias de interrogações! Quantas vezes chegamos a ficar desesperados e impacientes com Deus pedindo-Lhe pressa ou calma na sequência do sofrimento, quando os problemas estão demais e a força nos falhando!
 
A conclusão realista então é que a força e o modo de ver as coisas são fundamentais e imprescindíveis no comportamento a tomar quando as circunstâncias exigem uma avaliação do que está realmente ocorrendo e quando esta situação foge do controle físico e mental dando lugar a suposições, exagero ou até ao histerismo.
 
A vida já ensinou e, muito, que quem consegue sair da sua dor sempre sairá mais forte do que entrou, portanto, precisar considerar um processo de calma, humildade e aceitação perante os fatos, quando em qualquer situação penosa ficará mais grave ainda se não for aceita.
 
Regina Brett, uma jornalista de 90 anos, de um jornal de Ohio, afirmou: “os milagres estão esperando em todos os lugares, quem sabe, então, algum deles não poderá ser para nós?” 
 
Gandhi disse em suas andanças sublimes e maravilhosas que “a força não provém de uma capacidade física, e sim, de uma vontade indomável!” 
 
Depende de cada um de nós, portanto, aceitar o inevitável e abrir com vontade nosso entendimento, nossos corações em preces ou positivismo, nossa confiança férrea em Deus e em dias melhores que virão, e nosso amor ilimitado e deslumbrado pela Vida que nos foi dada, para que assim possamos usufruir, ante o infortúnio, momentos mais tranquilos, que, com certeza, valerão a pena serem vividos!
 
 
M. Helena Corazza é escritora e ex- presidente da Academia Piracicabana de Letras

Maria Helena Aguiar Corazza

É escritora e presidente da Academia Piracicabana de Letras.


 
 
Voltar

Comentários

Nome:
E-mail:
Comentário:
 

  • Seja o primeiro a comentar