,
Clique e
assine o JP
Televendas: 3428-4190
Classificados: 3428-4140
Comercial: 3428-4150
Redação: 3428-4170
Últimas notícias:
  • As fases de Nara Leão
  • 'Além da 9': Ronaldo deve ganhar série dirigida por Bruno de Luca
  • Há 55 anos, estreava 1ª novela diária da TV brasileira

A Música
André de Paiva Salum
09/05/2018 18h18
  |      
ENVIAR     IMPRIMIR     COMENTE              
 
A música sempre fez parte de todos os povos e culturas, como expressão espontânea de estados de espírito, emoções, ideias e ideais. Como afirma Victor Hugo: “A música expressa o que não pode ser dito em palavras, mas não pode permanecer em silêncio”.
 
Toda música, além de aspectos rítmicos e melódicos, é portadora de conteúdo emocional. Todos já tivemos emoções evocadas por alguma música em particular: lembranças, saudade, alegria ou tristeza. 
 
De acordo com conhecimentos espiritualistas, há aspectos mais profundos da música, que são as vibrações que carrega e os efeitos que provoca em quem a ouve. Cada composição tem um teor vibratório e possui características próprias. Ocorre com a música o mesmo que se dá em outras áreas da expressão artística: cada obra, das mais degradantes às mais sublimes, reflete quem a criou, sendo expressão viva do seu autor. Muitos compositores desequilibrados extravasam, através da música, seus conflitos, excentricidades, psicopatologias e dramas existenciais. Outros, ao contrário, expressam em sons o amor, as alegrias e a harmonia de sua alma.
 
Na época conturbada em que vivemos é evidente a atuação de interesses escusos em todos os âmbitos da sociedade, procurando induzir os seres humanos ao desequilíbrio, à violência, a conflitos e sofrimentos. Favorecem a difusão de estilos musicais perturbadores, na forma de modismos e condicionamentos habilmente executados, os quais provocam distúrbios de toda ordem nas pessoas que lhes sofrem a influência. Verdadeiras hipnoses coletivas compartilhadas por multidões invigilantes, tais músicas produzem desajustes no psiquismo de quem lhes presta atenção e as ouve habitualmente, além de conterem mensagens subliminares, quando não ostensivas, de desequilíbrio e degradação.
 
Vivemos numa época de acesso quase ilimitado a qualquer tipo de música, por isso nunca foi tão necessário nos educarmos para que possamos selecionar as manifestações artísticas com critérios de qualidade, beleza e harmonia, sem jamais desconsiderarmos a riqueza da diversidade artística e a liberdade de criação e de escolha.
 
A música satura o ambiente de energias compatíveis com seu conteúdo, podendo purificar ou contaminar um local, dependendo das energias e da mensagem que carrega. Os ambientes onde são tocadas músicas degradantes tornam-se psiquicamente contaminados e nocivos a quem os frequenta. Quem aprecia tais músicas muitas vezes não tem consciência dos danos a que está exposto, além de sujeitar-se a um embotamento sensorial, da percepção estética e até mesmo do senso de autopreservação e de integridade.
 
Além da melodia carregada de mensagens específicas, a letra tem o poder de influenciar com sua mensagem. Atentando a tudo isso, quem busca uma vida espiritualizada e equilibrada procura escolher músicas que, tanto na melodia quanto na letra, expressem comunhão, beleza e elevação. Com esse propósito, a música, além do deleite que provoca, pode ser utilizada como valioso instrumento de harmonização e cura.
 
André de Paiva Salum é médico homeopata

André de Paiva Salum

É médico homeopata


 
 
Voltar

Comentários

Nome:
E-mail:
Comentário:
 

  • Seja o primeiro a comentar