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Mais um mês de junho acontece....
Maria Helena Aguiar Corazza
06/06/2018 13h10
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E com ele virá novamente o querido e festejado Santo Antonio, que, junto a São João e São Pedro, comandam as tradicionais festas juninas com suas fogueiras e quentões, fogos e rojões, bandeirinhas coloridas penduradas, pipocas e pinhões, músicas e danças típicas e folclóricas de grande pureza, engraçadas e características, tão bonitas: “Com a filha de João, Antonio ia se casar, mas Pedro fugiu com a noiva, na hora de ir para o altar...” 
 
Os mastros dos santos nos terreiros, as rezas, as simpatias para receber graças, as promessas, principalmente para Santo Antonio chamado de: o “Santo casamenteiro” para as moçoilas arrumar casamento: “Eu pedi pra São João que me desse um matrimônio, São João disse que não, isso é lá com Santo Antonio...”, (para os mais antigos lembrarem...).
 
O querido Santo também recebeu do Senhor o poder de achar as coisas perdidas e com seu “Responso” tão eficiente e respeitado pela firme fé daqueles que nele creem. ”Saiba quem busca milagres, que os enfermos saram, Antonio afugenta o erro e a morte, calamidades e demônio, etc..”. Eu pelo menos, sempre que preciso, recorro a ele e sempre sou contemplada pelo meu Santo...
 
Pelo menos no meu tempo, se fazia trezenas em treze semanas seguidas para se alcançar graças de tudo quanto era necessário, desde fazer provas escolares, passar de ano, ou conseguir graças e favores desejados... Tudo muito levado a sério, fervoroso e esperançoso... Fé em primeiro lugar era o que se oferecia para se conseguir receber. Uma beleza incrível e amor ao Santo que, até hoje, ao escrever essas linhas, me emociono e sinto grande saudade!
 
O glorioso franciscano Antonio, para quem não sabe homem de fé e extraordinária virtude, cujo nome de nascimento era Fernando, português de nascimento, e, resumindo, após sair de Portugal seu país natal e andanças pela África chegou à cidade de Pádua na Itália.
 
 
Um Santo completo da Ordem de São Francisco de Assis, numa grande história de vida, trajetória espiritual e santidade em toda sua curta passagem pela terra, repleta de propósitos elevados, sempre voltados para Deus! 
 
Por sua vida de santidade foram e são até hoje realizados muitos milagres! E, para felicidade nossa é o santo padroeiro de nossa cidade de Piracicaba entre tantas cidades do mundo todo onde é tão reverenciado.
 
Numa sexta feira, em 13 de junho de 1231, saiu do eremitério de Camposampiero onde se encontrava, pois desejava morrer em seu “conventinho” em Pádua, onde faleceu, aos 36 anos, um dos maiores apóstolos de Cristo e do Evangelho!
 
Que nesse tempo de lembrança deste grande santo da Igreja católica, o Senhor, pela sua intercessão, ilumine o nosso coração, nos dê fé e coragem nesse tempo de tantas dificuldades, abençoe nossas famílias e nossas vidas cristãs e nos conceda as graças que tanto necessitamos. Amém!
 
M.Helena Corazza é escritora

Maria Helena Aguiar Corazza

É escritora e presidente da Academia Piracicabana de Letras.


 
 
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