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Transexualidade é retirada da lista de doenças mentais da OMS
Da redação
10/07/2018 07h27
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Desde 1990, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a homossexualidade não é considerada uma doença. Em 1999, o Conselho Federal de Psicologia (CRP) publicou uma resolução na qual reafirma o que foi dito pela OMS: orientação não é considerada uma perversão, distúrbio ou patologia e, por isso, psicólogos não estão autorizados a exercer práticas de reorientação sexual.
 
Também, recentemente, foi publicado pela OMS, que a transexualidade já não é mais considerada um transtorno mental. E pela importância do tema, hoje quero reproduzir um comentário que o SinPsi (Sindicato dos Psicólogos de São Paulo) fez a respeito desse tema. Acompanhem o que segue:
 
A Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a classificação da transexualidade como transtorno mental, segundo a nova edição da Classificação Internacional de Doenças (CID), recentemente publicada. A última revisão desta norma havia sido feita 28 anos atrás.
 
A CID é uma codificação padronizada de todas as doenças, distúrbios, condições e causas de morte. Essa norma serve para que os países obtenham dados estatísticos e epidemiológicos. Cada país, no entanto, precisa se adaptar à nova CID, com prazo até 1º. de janeiro de 2022.
 
Até antes da publicação, as pessoas que não se identificavam com o sexo que lhes foi atribuído ao nascer eram consideradas doentes mentais pela OMS. Porém, a mudança da OMS mantém a transexualidade dentro da classificação para que uma pessoa possa obter ajuda médica se assim desejar, pois em muitos países o sistema sanitário público ou privado não reembolsa o tratamento se o diagnóstico não estiver na lista.
 
Outra modificação importante é a inclusão do vício em videogames como doença mental. Este transtorno se caracteriza por um padrão de comportamento de jogo “contínuo ou recorrente”. A OMS estima que entre 2% e 3% dos jogadores de videogames têm um comportamento abusivo.
 
O departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias da OMS esclareceu que o fato de jogar um game não é nocivo por si só. O problema ocorre quando o consumo é abusivo e altera o comportamento da pessoa. Por exemplo, se a criança, adolescente ou adulto que joga faz isso sem parar e deixa de sair com seus amigos, deixa de fazer atividades com seus pais, se isola, não estuda, não dorme e só quer jogar, esses são sinais de alerta de que poderia ter um comportamento aditivo e que precisa procurar ajuda, alertou o departamento.

Da redação

 
 
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