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Wagnão trabalha as demandas de Piracicaba para entrar com firmeza na Câmara em janeiro
Da Redação
12/12/2016 13h42
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Demonstrando vontade e prometendo empenho para começar sua atuação na Câmara de Vereadores, em janeiro, Wagner de Oliveira, o Wagnão, 45, já trabalha na análise de demandas para quando assumir sua cadeira nos Legislativo pelo PHS. Eleito com 1.654 votos, Wagnão, que já foi músico profi ssional e hoje é radialista (em uma emissora comunitária na cidade de Saltinho), citou que uma de suas preocupações será de trabalhar para criar propostas que facilitem a vida da população e que também buscará incentivo para a cultura nos bairros. Candidato pela segunda vez a um cargo na Câmara, ele relatou que realizou campanha baseada no diálogo e que focará, entre outras áreas, principalmente, a saúde pública. O futuro edil integra a série de reportagens sobre os novos parlamentares da Câmara Municipal.

O senhor já tem uma ligação com a política. Qual é? Por que o desejo de entrar como vereador? Há tempos estou envolvido com reivindicações da população em relação à prefeitura. Sempre acreditei na mobilização popular dos cidadãos para fazer valer seus direitos. Agora eleito vereador, quero que meu mandato seja um canal a mais para dar força às pessoas que precisam da ajuda da prefeitura nas suas necessidades diárias.

Como se sente tendo sido eleito para ocupar uma cadeira na Câmara? Muito honrado. Fiz uma campanha simples, sem grandes gastos. Foi um trabalho de convencimento das pessoas para votarem em mim, baseado na minha história de vida e nas minhas propostas. Foram dias de muito diálogo com a população. Aprendi muito sobre os problemas que afetam nossos bairros e estou muito ansioso para começar a trabalhar efetivamente como vereador. A partir de 1º de janeiro quero ser um diferencial na vida das pessoas, desenvolver ações que ajudem concretamente os cidadãos, em especial os mais humildes.

O senhor já se candidatou quantas vezes? Em quais eleições? Sim, uma vez. Fui candidato nas eleições de 2012. Também foi um processo de aprendizagem. Naquela oportunidade não atingi os votos necessários, mas foi o alicerce para que nessas eleições conquistasse uma cadeira na Câmara de Vereadores. Hoje me sinto mais preparado e pronto para trabalhar mais ainda por nossa cidade. A experiência de ser candidato nos coloca em contato direto com a população. É sempre uma experiência muito rica e aprendemos muito com as pessoas. É um processo fundamental para que se possa exercer um bom mandato.

Levando em conta o cenário político e econômico atual, o que pensa sobre poder estar por quatro anos como legislador na cidade? A situação no nosso país está muito difícil. Essa crise política e econômica certamente afeta a vida na cidade. Como vereadores podemos e devemos buscar soluções que ajudem as pessoas. Criar um cenário favorável, com o apoio da prefeitura, para atrairmos investimentos e assim gerarmos mais empregos. Acho que tudo passa por aí. Gerar empregos para as pessoas para que possam levar uma vida tranquila, confortável e garantir boas condições para o futuro de seus fi lhos. Outro ponto importante é desburocratizar a vida dos pequenos empreendedores. Essas pessoas querem entrar na formalidade do mercado, mas as exigências são tantas que acabam desistindo. Quero atuar fi rmemente para facilitar esse processo. Ajudar quem quer trabalhar e investir no seu pequeno negócio.

Que estratégia usou para essa campanha que foi diferente de outras que participou? Preparei propostas concretas sobre o que seria o meu mandato. Fui à casa das pessoas e, olhando nos olhos de cada um, pude apresentar de forma sincera quais eram meus propósitos e objetivos. Foi uma campanha de casa em casa. Andei por muitos bairros da cidade e, também, não esqueci da zona rural. As pessoas que vivem nos bairros rurais, mais afastados da cidade, precisam muito do apoio da prefeitura. Me comprometi com essa gente e vou trabalhar muito para ajudá-los.

Como o senhor avalia o trabalho de um vereador hoje? O vereador precisa estar em constante contato com a população. Ouvir o que as pessoas têm a dizer, entender suas reivindicações. É assim que vou conduzir meu mandato. Hoje os instrumentos modernos de comunicação permitem que as pessoas interajam rapidamente. Quero usar essas ferramentas para saber das pessoas como estão as coisas que são responsabilidade da prefeitura, quero realizar audiências públicas e debater com os moradores os principais problemas da cidade.

Quais projetos e ações tem em mente para atuação como vereador? Minha prioridade será a saúde pública. Quero fazer leis que garantam o atendimento com qualidade e rapidez. Esse é o principal problema de todo o país, não só de Piracicaba. Essa é uma área que tenho bastante experiência na atuação política e vou usar esse conhecimento para propor ações que visem melhorar a vida das pessoas.

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Ilustração: Maria Luziano

Na última legislatura o salário dos vereadores e prefeito, para esta próxima, permaneceu congelado. O vencimento dos políticos é sempre uma discussão polêmica. O que o senhor acha do salário atual dos vereadores? Acho que é importante a remuneração para que o parlamentar possa dedicar mais tempo para atuar pela cidade. Minha disposição para trabalhar é muito grande e farei jus à confiança e à remuneração que receberemos.

Você já teve uma dupla sertaneja. Acha que essa proximidade com o público pode ter ajudado para sua eleição? A música está em minha vida desde a infância. É uma paixão. Mas não misturo as coisas. Política é uma coisa, vida artística outra. Agora, como vereador, quero apoiar todas as iniciativas artísticas populares. A prefeitura deve ser um agente de promoção dos artistas da cidade. Temos uma cultura popular muito rica, pessoas talentosas e de qualidade. Cultura nos bairros será uma de minhas ações visando a iniciação artística nos seus diversos ramos: teatro, música, dança, artes plásticas.

O que pensa da participação popular nas decisões legislativas? Como trabalhar isso? Fundamental. Abrindo cada vez mais espaço para que as pessoas possam participar e contribuir com a vida política da cidade.

Seu gabinete já está montado? Quais critérios o senhor utilizou ou utilizará para escolher sua equipe? Ainda não. Estou analisando nomes para montar uma equipe eficiente e que tenha a mesma linha de conduta que a minha.

Acha que o fato de ser da base aliada do prefeito eleito, assim como todos os novos vereadores, pode refletir de alguma forma no seu mandato? O que pensa a respeito? Estaremos na Câmara para ajudar o prefeito. Estaremos com ele em tudo que for bom para a cidade. Porém, sem deixar de fiscalizar. Essas devem ser as funções de um vereador.

Como pretende desempenhar seu papel de fiscalizar o poder Executivo? Cobrando explicações sempre que houver algum tipo de dúvida. Serei atento a tudo o que a prefeitura fizer. Cabe a Câmara e ao Tribunal de Contas esse papel fiscalizador. Jamais serei omisso em relação a isso.

Há alguma área ou setor em que pretende atuar mais? Saúde pública. Foi meu principal lema de campanha e será a área onde serei mais incisivo nas cobranças e colaborativo na busca de soluções para esse setor. Tenho uma relação muito boa com o deputado Roberto Morais (PPS) e usarei desse canal para buscar recursos para melhorar o atendimento das pessoas.

O que acha que a Câmara pode fazer pela população com 11 vereadores novos? São onze novas cabeças para pensar soluções para os problemas de nossa cidade. Acredito que a Câmara deva estar unida em busca do melhor para a população. Tenho certeza que todos têm o mesmo objetivo e a união dos vereadores, certamente será muito boa para toda a cidade.

 
 
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