Piracicaba receberá o “In Fight 13” em agosto

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Piracicaba foi confirmada nesta semana como a sede do será In Fight 13, evento de muay thai que acontecerá no dia 10 de agosto e reunirá mais de 30 lutas com o que há de melhor na arte tailandesa na região. A competição começa às 15h, com o card preliminar, enquanto o card principal tem o início previsto para as 19h. A atividade será no Centro de Treinamento In Fight (rua Fernando Lopes, 626, Pauliceia). Os ingressos custam R$ 30 e serão vendidos no local ou diretamente com os lutadores convocados.

O evento, que chega a sua 13ª edição, terá três disputas por cinturão. Na categoria 65 kg, Leandro Ogro enfrenta Willian Costa. Na divisão dos 75 kg, Matheus Indisciplina e Jéferson Máquina medem forças no ringue. No absoluto, destaque para o piracicabano Lucas Oliveira ‘Mão de Pedra’, que terá pela frente o experiente Welington Barassa. “O Lucas é um atleta duro, com uma derrota apenas no cartel, e que está em um nível excelente. No momento, ele está 100% focado no In Fight”, afirmou Luis Reginaldo Pezzato, o Régis Muay Thai, organizador do evento.

“O nosso trabalho é para que o In Fight 13 seja o melhor de todos. A quantidade de lutas no card principal aumentou, reunindo muitos lutadores de alto nível. Será um espetáculo. Na estrutura, teremos um DJ e área de alimentação, já que um dos objetivos do evento é de proporcionar uma noite agradável para o público que comparecer”, disse o treinador. No total, 35 combates já estão fechados, número que pode chegar a 37. O card principal terá 15 lutas, com arbitragem da Pairojnoi Muay Thai PMIF.

REPRESENTANTES

A equipe piracicabana terá mais dois representantes no card principal. Na categoria 70 kg, Vinicius Piza encara Dionatas B12. Jhani Mendes também está confirmada no evento, mas aguarda a confirmação da adversária. Além deles, o Centro de Treinamento In Fight inscreveu para o card preliminar os amadores Elton Alves, Isabelle Piza, Paulo Ricardo Mudinho e Tati Soares. “Não fazemos cobrança. Na luta, eles precisam se sentir à vontade. Cada evento é um aprendizado para nós e o que nós cobramos é treinar firme. O resultado será apenas uma consequência do que foi treinado”, explicou Régis.

“É claro que por se tratar de uma competição em casa, a responsabilidade aumenta. Os atletas mais experientes estão acostumados com isso e os iniciantes sentem um pouco mais, mas vejo a ansiedade como natural”, destacou o treinador, que completou. “Nós estamos precisando de patrocinadores para o evento. O In Fight está crescendo, são 13 edições, mas pode crescer mais ainda se houver incentivo”.

Da Redação