Piscina municipal segue interditada

Projeto para reforma continua na fase de elaboração (Foto: Claudinho Coradini/JP) Projeto para reforma continua na fase de elaboração (Foto: Claudinho Coradini/JP)

A piscina olímpica do Complexo Aquático Municipal “Dr. Samuel de Castro Neves” segue interditada e sem previsão de liberação para uso da população. De acordo com as informações da assessoria da Selam (Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Atividades Motoras) de Piracicaba, a piscina de 50 por 25 metros quadrados está interditada desde setembro de 2018, quando apresentou problemas estruturais. De acordo com o setor de comunicação, o projeto para reforma continua na fase de elaboração.

A interdição de sete meses é questionada por parte da população de Piracicaba. Uma petição online foi criada pedindo agilidade à prefeitura para que providencie a manutenção e a consequente liberação do espaço à sociedade. Até o fechamento desta matéria, 471 pessoas haviam assinado o documento digital. A meta da responsável pela petição era de 500. A reportagem não conseguiu contato com a responsável pela petição, que no site é identificada como “Alessandra de O.”.

No texto, a informação é de que a piscina olímpica encontra-se interditada há quase um ano. “Também as outras duas menores destinadas ao público portador de necessidades especiais encontram-se com sérios problemas estruturais. Até o momento não ocorreu sinal de início das obras necessárias ao reparo dessa estrutura a qual atende mais de 2 mil alunos e familiares em diferentes práticas esportivas e terapêuticas”, traz um trecho da petição.

“Dessa maneira, a maior parte da comunidade atendida pela única piscina municipal encontra-se impedida de realizar atividades físicas para a manutenção de sua saúde e de seu bem-estar. A piscina olímpica do município é considerada por todos como excelente patrimônio, dada sua robusta estrutura e palco de formação de milhares de nadadores”, afirma o documento online. “Gostaríamos assim de lembrar o Excelentíssimo Sr. Prefeito de sua promessa de campanha para o restauro das piscinas do complexo aquático”, afirma.

A assessoria de imprensa da Selam informou que desde que o local apresentou o problema, a pasta elaborou um plano emergencial onde nenhum aluno ficou sem aula. Os mesmos foram realocados para outros locais, como clubes, instituições, entidades e associações parceiras da Selam, espalhados pelo município.

Beto Silva