Policiais Militares femininas são homenageadas pelo Dia das Mães

Evento prestou homenagem às mulheres que fazer parte da Polícia Militar (Foto: Claudinho Coradini/JP)

As policiais militares femininas foram homenageadas pelo CPI-9 (Comando de Policiamento do Interior), em decorrência do “Dia das Mães”. Cada integrante da corporação, exerce a tarefa de deixar os filhos em casa para cuidar dos filhos e familiares de outras pessoas. Uma delas é a tenente Luciana Batista Telesta, chefe da Seção de Comunicação Social. Todos os dias, ela deixa em casa seu filho, que tem 13 anos.

“Quando eu entrei na Polícia Militar, eu tinha 18 anos. Meu filho já nasceu em uma família militar, o pai dele também era militar”, disse a oficial.

Luciana afirmou que se sente plenamente realizada tanto na função como policial, como mãe. “Aprendi a me dedicar 100% como policial quando estou trabalhando e 100% como mãe, quando estou com o meu filho. Quero que meu exemplo seja melhor e maior do que minhas palavras”, relatou a tenente.

SOLENIDADE

O comandante interino do CPI-9, o tenente-coronel Carlos Eduardo Fanti enfatizou o reconhecimento e gratidão a todas as policiais militares que integram o efetivo.

De acordo com a corporação, já se passaram 64 anos, desde as “13 mais corajosas” de 1955, pois foram consideradas as pioneiras.

“Hoje nossas policiais militares, não só continuam honrando esse título, como também o aperfeiçoa em todos os sentidos. Se no começo tinham a missão de auxiliar mulheres e crianças, hoje atuam em todas as unidades da Polícia Militar. Realizar todas as tarefas não significa fazer um trabalho igual ao homem. A mulher agregou à Polícia Militar um novo olhar. Trouxe mais sensibilidade e suavidade ao trabalho policial, destacou Fanti.

A solenidade foi encerrada pelos homens que fazem parte da corporação. Eles entregaram uma flor, para cada mulher que atua na PM.

HEROI POLICIAL-MILITAR

Os policiais também celebraram durante o evento, o “Dia do Heroi Policial-Militar, que reverencia a lembrança do capitão Alberto Mendes Junior, que teria se entregado à terroristas durante uma emboscada, para poupar a vida de seus subordinados em maio de 1970. O corpo do policial foi encontrado somente quatro meses depois do ocorrido. A corporação enfatiza que o policial teve a nobreza de colocar sua própria vida em defesa do povo paulista.

Cristiani Azanha