Queijo, porque te quero?

O ingrediente milenar de diversas receitas ganha destaque (Foto: Amanda Vieira/JP)

Pizza, lasanha, risoto, cheesecake e hambúrguer, o que eles têm em comum? Além de serem pratos deliciosos todos possuem um ingrediente em comum: o queijo.

A história do queijo tem várias origens, alguns historiadores contam que nasceu na Grécia antiga, outros concluem sua existência há 1.600 a.C., na China. De qualquer forma, a maneira do preparo do queijo continua muito parecida desde seus primórdios: a transformação do leite em coalho e, por fim, o queijo.

Atualmente existe uma infinidade de queijos, que são categorizados por tempo de maturação, similar com o que acontece com o vinho, textura, métodos de produção, teor de gordura e tipos de leite, sendo os mais comuns o de vaca, búfala e cabra. Entretanto, somente esse tipo de classificação não é capaz de rotular tantas opções de queijos. Há ainda as subcategorias, por exemplo, que determinam o aroma, firmeza, coloração e a forma de preparo.

E com tantas variedades, a Arraso visitou o Bom Queijo Empório para falar um pouco mais sobre alguns queijos.

PRIMA DONA FINO

“Este queijo foi produzido por um holandês que, ao viajar para Itália, resultou na mistura de um queijo doce com o parmesão”, contou uma das funcionárias do estabelecimento. De acordo com a equipe que trabalha no local, a base do queijo é azul para classificar o tempo de maturação. O nome ‘Fino’ vem por este motivo. O sabor é suave e perfeito para degustações.

PRIMA DONNA MATURO

O queijo de base vermelha representa um maior tempo de cura e com isso seu sabor é mais forte e picante comparado a sua versão azul, ressaltando mais na hora do consumo. Uma dica na hora da cozinha é que seu uso nas receitas deve ser comedido para que não se sobressaia em comparação aos outros ingredientes.

ROMBOL COM DAMASCOS

Se o PrimaDonna é recomendado para abrir as refeições, o Rombol é a sobremesa, ou melhor, é após sobremesa sugere o criador do queijo adocicado, Adriano Batista de Oliveira. “A mistura com o damasco desenvolve um sabor mais doce e combina perfeitamente com um vinho leve tipo rosé ou branco”. Em sua versão com nozes, a ideia trazer uma maior crocancia ressaltando o sabor sutil do laticínio.

Larissa Anunciato
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