RenovaBio pode contribuir com a economia local

O presidente da República, Michel Temer, assinou na última quarta-feira (14), o decreto que regulamenta o RenovaBio, nome da Política Nacional de Biocombustíveis. A assinatura ocorreu durante a cerimônia de abertura da safra de cana-de-açúcar 2018/2019, em Ribeirão Preto. A regulamentação coloca Piracicaba de volta ao mapa das cidades estratégicas no fornecimento de usinas produtoras de biocombustíveis.
 
O presidente Temer já havia sancionado a lei que instituía o RenovaBio em dezembro do ano passado. O RenovaBio define as normas de incentivo à produção de combustíveis renováveis no Brasil e quer valorizar os biocombustíveis nacionais e garantir a previsibilidade de investimentos para o setor.
 
“A Dedini Indústrias de Base é a única da América Latina preparada para construir usinas completas — as chamadas ‘Greenfield’ ou chave na mão — e está pronta para atender as demandas que serão geradas pelo RenovaBio”, informa o engenheiro José Luiz Olivério, consultor da empresa. 
 
Ele diz que esse potencial, que vai reafirmar a posição de liderança da empresa no segmento, vai refletir positivamente sobre a economia de Piracicaba e região, com geração de empregos e renda. “A regulamentação é um incentivo para o mercado fazer planos para a expansão das usinas, considerando projetos de aumento da capacidade de produção nestes próximos anos”, avalia. Olivério acredita que no segundo semestre de 2019 já estarão em curso as discussões para a construção de usinas completas.
 
Para dar conta desse grande mercado que vai se abrir, a Dedini conquistou diferenciais como capacitação fabril, engenharia com soluções de tecnologia de ponta e atendimento personalizado durante toda a safra, 24 horas por dia.
 
 
REGULAMENTAÇÃO — O RenovaBio tem o propósito de aumentar a produção de biocombustíveis no Brasil, a fim de que o país cumpra os compromissos assumidos no Acordo de Paris de redução das emissões de gases de efeito estufa. O cumprimento dessas metas levará a um aumento na produção de etanol da ordem de 25 bilhões de litros por ano, praticamente dobrando o volume atual.