Salão Nobre vai receber obras indicadas no Câmara Inclusiva

Intenção é aproveitar período do recesso parlamentar para dar início às intervenções no espaço. (Foto: Davi Negri)

A Câmara de Vereadores de Piracicaba fará adequações físicas no Salão Nobre Helly de Campos Melges, como parte das ações previstas no projeto Câmara Inclusiva. A intenção é aproveitar o período do recesso parlamentar, em janeiro do próximo ano, para dar início às intervenções, que preveem a reforma do palco e a troca do revestimento acústico. A última reforma ocorreu em 2002.

O presidente da Câmara, vereador Gilmar Rotta (MDB), lembra que as modificações respeitarão todas as normas de segurança e de melhoria do sistema acústico. “A demanda foi identificada pelas entidades da cidade, que visitaram todos os ambientes da Casa e produziram um relatório das adequações necessárias. A Mesa Diretora se comprometeu a realiza-las, respeitando sempre a disponibilidade orçamentária”, explica.

Para que as modificações sejam colocadas em prática, a Câmara abriu essa semana a licitação 58/2019, do tipo menor valor global, com a publicação do edital no Portal da Transparência. O pregão presencial acontece no dia 20, às 9h, na sala de reuniões do segundo andar do prédio anexo (rua São José, 547, Centro).

Segundo o diretor do Departamento de Administração, Mauro Rontani, a ideia de fazer as obras em janeiro surgiu por causa da diminuição do fluxo de atividades na Casa. Como forma de permitir o andamento adequado dos trabalhos, o departamento enviou aos gabinetes comunicado de que nenhuma atividade será realizada no local já a partir da próxima semana.

A estimativa do Departamento de Relações Públicas e de Cerimonial é que o salão nobre tenha recebido pelo menos 150 atividades em 2019. “O salão nobre é utilizado pelo menos três vezes por semana e, muitas vezes, durante toda a semana, por isso janeiro é o mês mais adequado para as obras”, informa o diretor deste departamento, Ademar do Carmo Luciano Junior, responsável pela gestão das ações no espaço.

A troca do revestimento acústico é necessária por causa do desgaste dos anos. “São vários anos sem nenhuma reforma significativa. Por mais que passe por manutenção periódica, é normal que esse desgaste ocorra, pois, o prédio da Câmara tem mais de 60 anos de construção”, explica Rontani.

A Câmara pretende que os painéis utilizados para a finalidade possuam alta resistência mecânica e elevado coeficiente de absorção sonora, a exemplo dos que são aplicados em teatros, auditórios e cinemas.

Da Redação