Suspeito em fuga bate em carro da PM

pm Acusado colidiu em outros 2 carros, sendo um deles uma viatura da PM, e duas motos. (Foto: Arquivo/JP)

Um homem, que dirigia um carro roubado, bateu em dois carros, duas motos e só parou após bater em uma viatura da Polícia Militar, anteontem à noite, no bairro Cidade Alta. Devido ao impacto, os motociclistas caíram ao chão. Eles foram socorridos para os hospitais da cidade, onde permaneceram internados. O suspeito foi levado ao plantão policial, onde foi autuado em flagrante sob acusações de furto, dano qualificado e lesão corporal.

Segundo a Polícia Militar, por volta das 23h, uma equipe fazia patrulhamento na avenida Nove de Julho, quando decidiram abordar os motoristas de um Voyage e Monza, que estavam no cruzamento com rua José Rosário Losso. Assim que perceberam a aproximação da equipe, eles fugiram em alta velocidade. Os policiais acompanharam o motorista do Voyage, enquanto que o outro conseguiu escapar.

Durante a fuga, o suspeito seguiu pela avenida Doutor Paulo de Moraes, sempre desobedecendo sinais de parada e em alta velocidade e avançando o sinal vermelho nos semáforos. Dois motociclistas foram atingidos. Um deles foi socorrido à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Frei Sigrist, na Vila Cristina e o outro no Hospital da Unimed. Ele também bateu em outros dois carros, na avenida Jaime Pereira.

O suspeito abandonou o veículo VW/Voyage, que havia sido furtado e evadiu-se a pé, mas teria se chocado contra a viatura. O indiciado lesionou-se e danificou a viatura policial, quebrando o pára-brisa dianteiro e farol esquerdo, além de Ele teria furtado o carro com outro rapaz na Travessa Caetano Romano. As motocicletas envolvidas no acidente foram retiradas do local para desobstruir a via e levadas ao pátio do Detran (Departamento de Trânsito).

Além da prisão em flagrante, o delegado Gillys Esquitini Scrocca pediu na Justiça a prisão preventiva do acusado, pois considerou que o suspeito em liberdade coloca em risco a ordem pública. O acusado foi levado para a carceragem, onde ficou à disposição da Justiça.

(Cristiani Azanha)