Tecnologia no desenvolvimento das empresas

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“Inovação. Essa é a palavra da vez, que tem norteado ações, projetos e iniciativas de empresas em todo o Brasil. Afinal, em mercados cada vez mais tecnológicos e competitivos, ela deixou de ser um luxo para se tornar uma necessidade para os empresários e empreendedores e, até mesmo, um fator decisivo para a própria sobrevivência dos negócios”, essa é a fala do Francisco Ferreira, CEO da Gateware, empresa especializada em gestão de projetos e produção de softwares.

Com a chegada constante de novas empresas – de pequeno, médio e grande porte –, atualizar seu modo de produção se tornou a palavra-chave para a garantia de um mercado ao menos estável para empresa algo que já aponta a Confederação Nacional da Indústria que, para 31% dos empresários, o grau de inovação da indústria deverá ser alto ou muito alto nos próximos cinco nos, especialmente por necessidade.

Falando ainda de pesquisas, de acordo com um estudo da empresa Accenture realizado em 2018 com 148 executivos da América Latina, mostrou que, para 60% dos executivos, seus negócios podem desaparecer se não forem feitos investimentos em novas tecnologias e inovação.

Neste momento de insegurança a dica que Francisco Ferreira dá de saber da importância dos projetos inovadores, mas também entender da existência de riscos, especialmente com grandes quantias financeiras envolvidas no processo. “Com alguns cuidados essenciais, é possível se proteger dessas dificuldades e investir com segurança”, informa o CEO.

Mas como implementar essas tecnologias? Bem, de acordo com o especialista ele, primeiramente, precisa estar bem assessorado e preparado para conseguir colocar em prática o que planeja. “O executivo deve envolver uma equipe capaz de se engajar no projeto e de buscar um objetivo comum além de conquistar o respaldo da diretoria”, além disso é preciso estabelecer prazos e metas para que a gestão eficiente. Por isso a importante gerar metas.

Para finalizar e acalmar as preocupações para essa mudança é o trabalho conjunto com outras empresas. “Afinal, hoje a economia é feita de forma colaborativa. Nenhuma empresa consegue evoluir sozinha. Por falar evolução não há como não tratá-la como um projeto”, enfatiza Francisco Ferreira. Como a dinâmica do mercado atual é constante, então não dá para ficar travado pelo medo de errar ou perder muito tempo com longos e exaustivos planejamentos.

Larissa Anunciato
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