Unicamp começa testes para abertura do HR

A abertura oficial do Hospital Regional de Piracicaba Zilda Arns deve ocorrer em meados de março, informou o prefeito Barjas Negri (PSDB), após encontro com o vice-governador Márcio França (PSB), na semana passada. “Os primeiros pacientes, provavelmente, serão encaminhados entre os dias 15 e 20 para fazer os primeiros exames de ultrassom, de sangue, etc, para que as equipes já possam se preparar para as primeiras cirurgias”, afirmou. No entanto, segundo o prefeito, a unidade só deve funcionar de “forma mais dinâmica” em 2019.
 
Após a entrega do prédio pela prefeitura, em 2016, o governo do Estado anunciou, em outubro do ano passado, convênio com a Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) para a gestão do HR. Desde dezembro de 2017, acontece a instalação dos equipamentos e mobiliários, além da promoção das contratações dos funcionários. “O HR vai começar a funcionar gradativamente. A Unicamp já fez o processo seletivo e contratou cerca de 110 profissionais que já estão circulando pelo hospital e, até o final de março, este número deve chegar próximo de 200 funcionários. Em junho espera-se que chegue a 300 e, pelo final do ano, a até 500 funcionários”, completou Barjas.
 
O prefeito disse que a maior parte dos equipamentos está instalada. “Os testes estão sendo feitos por engenheiros, eletricistas, técnicos de informática e médicos. Por exemplo, todas as camas estão instaladas e os funcionários seguem fazendo pequenas reparos em vidros, em portas e nos detalhes para que tudo fique pronto.” 
 
 
HOSPITAL — O HR terá 138 leitos, dos quais 84 de internação, 20 de UTI adulto, 27 de cuidados mínimos, 7 de Hospital-Dia, além de 10 salas cirúrgicas e o centro de diagnóstico por imagem. A área total construída é superior a 18,7 mil metros quadrados. Inicialmente, entrarão em funcionamento 60 leitos — 30 cirúrgicos, 20 clínicos e 10 de UTI adulto — e quatro salas cirúrgicas, além dos atendimentos ambulatoriais. O investimento feito pela prefeitura foi de R$ 85 milhões e outros R$ 32 milhões pelo Estado. Para o custeio, o estado estima gastar, em média, mais R$ 35 milhões ao ano com o HR.