1 em cada 6 pessoas mudaram de casa devido ao home office

Foto: Pixabay

Tutores precisam ficar atentos quanto à adaptação dos pets ao novo lar; eles sofrem com mudanças

Muitas pessoas estão trabalhando em casa, com isso, têm passado seus dias em cômodos que antes eram usados apenas para um descanso ou ‘guarda tralha’, e os adaptam para se tornarem verdadeiros escritórios. No entanto, algumas residências não contam com esse ‘espaço extra’ e muitas famílias têm sido obrigadas a mudarem de casa para conseguirem acomodar melhor essa nova rotina.

Estudo do QuintoAndar em parceria com a Offerwise, informa que um em cada seis entrevistados se mudou. Além de todos os preparativos que envolvem a mudança, os tutores de pets têm que atentar-se com a adaptação do bichinho de estimação na casa nova. Pensando em ajudar os pais e mães de cães e gatos com essa transição o adestrador, José Jorge Sales, dá dicas de como fazer com que o momento seja menos estressante para todos.

VISITA PRÉVIA

Quando o novo imóvel for escolhido, é interessante que os tutores levem o pet para conhecer o local. Segundo José, essa visita é importante, pois dessa forma o animal se aventura pelo espaço, conhece os novos cheiros e também demarca território, sem a correria da mudança. “Os tutores devem possibilitar que os cães façam uma associação positiva com a casa e que entendam que um espaço novo não é necessariamente algo ruim”, explica o adestrador. Isso também vale para os gatos, apenas fique atento a possíveis janelas abertas ou buracos que ele possa fugir.

ADAPTAÇÃO

“Os cães costumam ter um tempo de adaptação rápido em comparação com os gatos. Os felinos demoram um pouco mais e levam, em média, um mês para se estabelecerem em um espaço novo”, comenta o profissional.

Cães e gatos possuem rotinas por isso é preciso ter consciência que essas mudanças podem afetar os animais. Eles podem desenvolver comportamentos incomuns por conta da ansiedade e estresse, tais como tentar fugir, latir com mais frequência, fazer as necessidades no lugar errado e até destruir coisas. Para lidar com essas situações, os pais do cachorro devem ter paciência e se empenharem na construção de uma rotina acolhedora para o animalzinho e impor limites nas ações com reforços positivos das boas atitudes feitas pelo animal como dormir nos horários certos e em seu local designado, fazer as necessidades no lugar certo, entre outros.

Larissa Anunciato
[email protected]

LEIA MAIS

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor, digite o seu comentário!
Por favor, entre com seu nome

catorze − doze =