Denúncias poderão ser feitas pelo número (19) 99707-5351 (Divulgação)

A partir de agora, o 10º Baep (Batalhão de Ações Especiais de Polícia) da Polícia Militar passa a contar com um novo canal oficial de denúncia pelo aplicativo WhatsApp por meio, do número (19) 99707-5351. Os policiais orientam que a ferramenta pode ser usada para crimes que demandam mais tempo como tráfico de drogas, por exemplo. Para situações de emergências, que precisam ser resolvidas na hora, ainda permanecem os telefones 190 (Polícia Militar) e 193 (Bombeiros). O objetivo da ferramenta é desarticular quadrilhas, combater o crime organizado e efetuar prisões.

Segundo o Setor de Comunicações do 10º Baep, as denúncias recebidas pelo WhatsApp serão direcionadas para um trabalho que exige mais calma, pois será necessário conseguir o máximo de informações buscando a máxima eficiência. A corporação visa ocorrências relacionadas ao tráfico de drogas, armas, procurados pela justiça, locais onde ocorrem crimes. Por meio do aplicativo, além das mensagens, o denunciante poderá enviar fotos, vídeos, localização de endereços através do GPS, entre outros.

Atualmente, o 10º Baep realiza o patrulhamento em 52 municípios atendimentos pelo CPI-9 (Comando de Policiamento do Interior) de Piracicaba. Foi inaugurado no dia 19 de dezembro de 2019 e conta com 211 policiais, além de três grupos de canil – que permanecerão nas respectivas sedes no 37º BPM/I (Rio Claro), 48º BPM/I (Sumaré) e 10º BPM/I de Piracicaba. A s outras unidades especializadas do Baep estão em operação nas cidades de Campinas, Santos, São José dos Campos, São Bernardo do Campo, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Barueri e Ribeirão Preto – que teve seu Baep inaugurado no último dia 17 de dezembro –, além das unidades nas zonas leste e central da capital.

O comandante do 10º Baep, tenente-coronel Fernando Aparecido de Souza enfatizou recentemente, que os policiais do Baep estão aptos para patrulhamento táticos gerenciamento de crises e negociações com reféns; busca e localização de artefatos explosivos, além de fazer o trabalho mais próximo com a comunidade.

Cristiani Azanha

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