9 estabelecimentos foram interditados durante lockdown

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Teve até festa em condomínio que desrespeitou as orientações e organizadores vão ser autuados. (Foto: Divulgação)

Nos seis primeiros dias do lockdown decretado pela Prefeitura de Piracicaba (de 30 de março a 4 de abril), a administração municipal intensificou a fiscalização em bares, restaurantes, lanchonetes, festas particulares e clandestinas. Na fase mais restritiva do combate à covid-19, foram realizadas 73 inspeções, que culminaram na interdição de nove estabelecimentos, segundo informações divulgadas pela prefeitura.

O fato que mais chamou a atenção das equipes foi uma festa particular e um condomínio próximo ao distrito de Ártemis, na quarta-feira (31). Após denúncia, a força-tarefa foi ao local à tarde, e orientou os organizadores a não fazer a festa. Mesmo assim, deram continuidade ao evento e, à noite, a festa foi interditada.

Tanto organizadores quanto o proprietário da chácara, que era alugada, foram autuados e o síndico do condomínio também poderá ser responsabiliza. A força-tarefa interditou um bar na região central. O proprietário já havia sido orientado que deveria deixar o estabelecimento fechado, mas desrespeitou a orientação.

No sábado, o proprietário de um empório no bairro Santa Cecília se recusou a fechar o estabelecimento, após a interdição emitida pela força-tarefa. Nesse caso, foi registrado um Boletim de Ocorrência por desobediência, e o proprietário foi autuado. Se o responsável não se manifestar em dez dias, poderá ser multado com valores que variam de R$ 2.800 a R$ 6.800.

AGLOMERAÇÃO

Outro fato curioso aconteceu na Área de Lazer do Trabalhador. Na sexta-feira a força- -tarefa recebeu denúncia anônima de que havia dezenas de pessoas no local. As equipes constataram a irregularidade e os membros da Guarda Civil pediram para que as pessoas deixassem o parque, evitando assim aglomerações.

A força-tarefa da Prefeitura Municipal é composta pelo Cevisa (Centro de Vigilância em Saúde), órgão ligado à Secretaria Municipal de Saúde e do qual faz parte o Cerest (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador) e a Vigilância Sanitária, além da Secretaria de Finanças, Semuttran (Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte), Procon, Guarda Civil e Polícia Militar.

Beto Silva
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