Achando estar falando com amigo por telefone, vítima sofre golpe e perde dinheiro em Piracicaba

Foto: Alessandro Maschio/JP

Em Piracicaba, um homem de 50 anos procurou a Polícia Civil do município, na noite desta terça-feira (05), para informar ter sido vítima de um golpe de estelionato. O caso, agora, será investigado pela Polícia Civil.

A vítima conta que, na manhã desta terça, recebeu em seu celular várias mensagens de uma pessoa que dizia ser seu amigo e que, inclusive, o contato trazia uma foto desse seu amigo no perfil. Durante a conversa, o golpista, se passando por amigo da vítima, solicitou uma transferência PIX no valor de R$ 1.000 reais. Acreditando estar realmente falando com seu amigo por telefone, a vítima realizou quatro operações de transferência PIX para uma conta do banco digital Dock Soluções.

Posteriormente, em contato com seu amigo, a vítima tomou ciência que ele não havia pedido nenhum dinheiro emprestado. Juntos, eles chegaram à conclusão de que se tratava de um golpe e foram ao Plantão Policial. O amigo da vítima relatou na delegacia que tomou ciência, por meio de seus contatos profissionais, de que alguém estaria utilizando sua foto para pedir dinheiro aos seus conhecidos.

O delegado Mario Bortoleto Torina tomou ciência do ocorrido e registrou o caso como crime de estelionato, conforme rege o artigo 171 do Código Penal. As vítimas também foram orientadas a comparecer na UPJ (Unidade de Polícia Judiciária), para que os trabalhos investigativos tenham início.

ESTELIONATO — Um homem de 23 anos também procurou o Plantão Policial do município, na noite desta terça-feira (05), para informar ter caído em um golpe. Ele contou que precisava de um empréstimo, e, em contato com um indivíduo, tomou ciência de que precisaria realizar um PIX de R$ 500 para que seu empréstimo fosse liberado. A vítima realizou o PIX para uma conta do banco Nu Pagamentos, contudo, foi bloqueada pelo golpista logo na sequência, não conseguindo mais realizar qualquer contato.

O delegado Mario Bortoleto Torina também registrou o caso como estelionato.

Rafael Fioravanti | [email protected]

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