Ação em parceria com o Rotary Club entregou 1,3 mil kits (2,6 mil máscaras) (Foto: Claudinho Coradini/JP)

Acipi (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba) e Rotary Club Piracicaba Luiz de Queiroz percorreram os principais corredores comerciais da cidade nesta quinta-feira (18) para distribuir máscaras, em virtude da disseminação da covid-19. A ação entregou 1,3 mil kits, contabilizando 2,6 mil máscaras.

O comboio das dua entidades saíram da sede da Acipi às 14h30 e percorram o Centro, Praça Takaki, Vila Rezende e Vila Sônia. Em todos os pontos, a ação era a mesma: funcionários da associação e pessoas ligadas ao Rotary paravam em um ponto e distribuíam os kits à população.

A jovem Caroline Pelini List foi uma das beneficiadas pela ação. A ajudante de produção disse que, inclusive, pediu um kit extra para levar ao pai. “Achei muito boa esta ação no comércio, deveria ter em mais lugares”, comentou.

O aposentado Antonio de Sousa também levou máscaras para casa. “Achei ótimo, excelente essa iniciativa, pois só tinha uma máscara. Vou pegar ônibus, vai lotado e não tem o que fazer. Não ando sem máscara, do jeito que está, temos que nos proteger. Assim protegemos a gente e os outros”, destacou.

O presidente da Acipi, Luiz Carlos Furtuoso, explica que a distribuição de máscaras realizada ontem foi o último ato de entregas já efetuadas em hospitais, comunidades e outros espaços públicos. O projeto “Máscaras Amigas”, idealizado pelas duas entidades, confeccionou 50 mil máscaras.

“Essa distribuição tem um impacto para mostrar para a população que nós tomamos e incentivamos os cuidados com a saúde”. Furtuoso conta que são máscaras de algodão que podem ser lavadas. “As orientações de como lavá-la, para que dure mais, estão junto ao kit entregue”.

Segundo o Eduardo Campanha, presidente do Rotary Club Piracicaba Luiz de Queiroz, a ação foi de extrema importância. “Estamos satisfeitos. Os pilares do Rotary e da Acipi são os mesmos: o trabalho em equipe e o pensamento na comunidade”, destacou.

As máscaras, revela Furtuoso, foram produzidas por mais de 200 voluntárias, entre elas costureiras, donas de casa, aposentadas ou pessoas que estão em isolamento social, com idades entre 11 e 95 anos. “Inicialmente seriam 30 mil máscaras, mas conseguimos comprar material para impulsionar a ação e chegamos ao número de 50 mil”.

Erick Tedesco

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