Acusada de matar namorado com facada no pescoço diz que se defendeu de espancamento

Assassinato ocorreu na Comunidade da Portelinha no domingo (Divulgação)

Policiais civis da 3ª DHPP (Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa) da Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais) intensificaram nesta quarta-feira (09), as diligências na tentativa de localizar uma mulher, apontada como responsável pela morte do namorado, Renaldo Ribeiro dos Santos com facada no pescoço na Comunidade da Portelinha, no último domingo (06). Os policiais estiveram na casa da suspeita. Enquanto os policiais ainda estavam na moradia da acusada, ela fez contato, por meio de sua advogada e se apresentou à delegacia especializada.

De acordo com a polícia, a mulher admitiu o homicídio, e alegou que agiu para se defender de um espancamento. Ela relatou que era agredida frequentemente pelo namorado. A autora, ao ser questionada, disse que desferiu um golpe de faca na vítima, ocasionando sua morte e após o crime fugiu.

A investigação está sendo coordenada pelo delegado Demétrios Gondim Coelho. A mulher foi liberada após prestar depoimento, mas responderá a acusação por homicídio. “

Ela se apresentou e narrou fatos de agressividade que sofreu no dia dos fatos. Passou pelo IML (Instituto Médico Legal) e tem várias lesões. Também estamos investigando se os fatos narrados por ela são verdadeiros ou se outra pessoa ajudou”, relatou o delegado.

O CASO

Segundo o boletim de ocorrência, um denunciante entrou em contato com a Guarda Civil, inicialmente para atender um caso de morte suspeita. Quando entraram na moradia da vítima, os patrulheiros foram avisados por moradores, que Santos teria se envolvido em uma discussão com uma mulher no interior de sua moradia na comunidade. No local, os guardas teriam encontrados uma lâmina de aço e roupas com manchas de sangue, bem como em vários pontos na moradia, o que representa que houve luta corporal entre Santos e sua agressora.

Os policiais civis, que também acompanharam os trabalhos dos peritos criminais constataram que a suspeita teria usado outra moradia, na mesma comunidade para tomar banho, logo após o crime. Depois pegou os filhos menores e fugiu. Eles também encontraram uma toalha de banho com manchas de sangue, que poderia ter sido usada pela mulher. Apesar de haver uma grande aglomeração no local, ninguém quis dar mais informações sobre o homicídio.

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