Acusados de assassinato de Madalena têm preventiva decretada

Assassinato de Madalena causou comoção na cidade (Amanda Vieira/JP)

Três acusados do brutal assassinato da ex-vereadora Madalena tiveram os mandados de prisão preventiva decretados pela Justiça. A condução e prisão dos envolvidos foram realizadas pelos policiais civis da 3ª DHPP (Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa) da Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais). O inquérito policial sobre o homicídio foi encaminhado ao Fórum para análise do Ministério Público, que irá analisar se decide pela denúncia dos acusados.

A Polícia Civil esclareceu que um desentendimento por conta de um centro comunitário do Jardim Boa Esperança pode ter motivado o brutal assassinato da ex-vereadora Madalena. Três acusados de participação no homicídio já estão presos, entre eles, um líder comunitário. Eles foram autuados há dois meses por tráfico de drogas.

Dois dos suspeitos também respondem pelo assassinato de Marcos Henrique Baldasin, 33 anos, o Marquinhos, que foi morto com facadas e espancamento, em queima de arquivo, pois teria falado no bairro sobre os responsáveis pelo assassinato de Madalena, que ocorreu dentro de sua residência, no Jardim Boa Esperança, em 7 de abril deste ano. Na época, o crime causou muita comoção, pois Madalena era muito querida, principalmente pelos trabalhos voltados para pessoas em vulnerabilidade social. Na época, um dos participantes da morte de Madalena postou uma mensagem nas redes sociais pela morte da ex-vereadora.

INVESTIGAÇÃO
A polícia informou que o líder comunitário esteve na casa de Madalena e a chamou. Quando abriu o portão foi surpreendido por outro suspeito que a segurou pelo pescoço, enquanto o comparsa passou a revistar a casa procurando por dinheiro e demais objetos de valores. Em determinado momento Madalena teria conseguido se soltar, mas foi atingida com vários golpes de facão na cabeça da vítima. Ela não resistiu.

Os policiais deram continuidade na apuração para apuração a relação dos suspeitos na morte de Marquinhos, que foi executado três dias depois pelos criminosos, pois teria comentado no bairro sobre as identidades dos participantes do homicídio da ex-vereadora.

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Cristiani Azanha

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