Adolescente precisa da doação de cama hospitalar

Eliete e filha Helena Vitória: doação é para amenizar as dores da minha filha. (Crédito: Amanda Vieira/JP)

Depois de ter meningite na infância, a adolescente Helena Vitória, 15 anos, não anda e nem fala. Para se alimentar, depende de uma sonda e atualmente passa os dias deitada em um colchão de ar no chão para que não desenvolva mais feridas no corpo. Pensando no bem-estar da menina e para amenizar suas dores, a família precisa de uma cama hospitalar e de uma cadeira para transporte, mas não tem condições financeiras para essa aquisição.


Eliete Alves Ferreira, 39, mãe adotiva de Helena, diz que os equipamentos ajudariam para aumentar a mobilidade da adolescente. Além da Helena, Eliete tem um filho biológico de 14 anos que também mora com ela, em uma casa alugada no bairro Boa Esperança.


No momento, a mãe não trabalha, pois precisa cuidar da filha, e, quando pode, faz tapetes para vender. Separada do marido há 8 anos, Eliete conta que não recebe ajuda do pai da Helena, que está internado em uma clínica de recuperação. Mas para sobreviver, a família recebe ajuda, como de alimentos e medicamentos de pessoas que conhecem a situação da adolescente, como é o caso de uma comerciante- que não quis se identificar, que conheceu o caso da Helena por meio de uma reportagem publicada no Jornal de Piracicaba há três anos, quando Eliete precisava de cadeira de rodas e um berço.


“Com muita dificuldade vamos vivendo, a Helena não fala e nem anda, uma parte do seu corpo está atrofiada e ela só mexe uma mão e uma perna. Essa cama ia nos ajudar muito, principalmente pela qualidade de vida [dela], pois muda de várias posições e vai ajudar a minimizar as dores”, conta a mãe. Conforme informou Eliete, é uma cama hospitalar motorizada com regulagem de altura, que custa por volta de R$4 mil.

Eliete pede a doação de cama hospitalar e cadeira para transporte para a filha Helena Vitória. (Crédito: Amanda Vieira/JP)


Além da cama, Helena também necessita de fraldas, alimentação especial e uma cadeira para automóvel modelo inclinada para crianças com necessidades especiais de nove a 36kg que custa em torno de R$2 mil. “Ela já tem um colchão de ar que fica ligado 24 horas para evitar a formação de escaras [feridas], mas está sem sonda no momento, [ela] precisa de uma alimentação especial e muito de uma cadeira para transportar, sem ela não consigo mais levá-la para médicos por não ter onde carregar”, explica.


Por ter alergia, Helena usa a fralda da marca “Bigfral” adulto, tamanho M. A família havia ganhado uma cadeira de rodas, porém Helena teve complicações na coluna e não senta mais. “Infelizmente ela não pode mais usar a cadeira de rodas […] ela teve desvio de coluna [e] quando tenta sentar ela, ela chora. […] Ela ficou muito torta, a coluna saiu uns seis dedos fora do lugar”, lembra a mãe.


Para ajudar a família, interessados podem entrar em contato com Eliete pelos telefones (19) 3425-8699 e 9.8397-5370.

Andressa Mota

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