Americano é preso após ameaçar pedestres e policiais com faca

Acusado teria feito ameaças contra a ex-mulher (Foto: Divulgação/Dise) Rapaz foi levado ao plantão policial

Um professor americano de 33 anos foi preso após ser acusado de ameaçar várias pessoas com uma faca e desacatar os policiais militares que atenderam a ocorrência, na tarde de quarta-feira (27), no Centro da cidade. Ele teria resistido à abordagem e os policiais acabaram usando uma pistola taser (dispara descarga elétrica) para imobilizá-lo momentaneamente. O acusado foi levado ao plantão policial, onde foi autuado em flagrante pelas acusações de resistência, desobediência, ameaça e desacato. Ele foi conduzido à carceragem até ser apresentado à audiência de custódia.

Por volta das 15h30, os policiais foram avisados sobre um homem que estaria ameaçando várias pessoas com uma faca de tamanho grande e aparentemente estava muito agressivo. Quando os policiais chegaram ao local informado perceberam que o professor estava bastante agitado e teria entrado em sua residência, onde também pegou um pedaço de tijolo  e permaneceu com a faca na outra mão.

O americano teria ofendido os policiais e teria falado que não gosta de “brasileiros”, segundo o boletim de ocorrência. Os PMs informaram que o suspeito teria ficado de maneira ameaçadora e agressiva e por isso utilizaram a pistola de descarga elétrica para contê-lo.

O professor foi levado para atendimento no UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Vila Rezende, onde passou por atendimento do médico Yuri Roberto Pereira, antes de ser apresentado ao plantão policial.

Enquanto a ocorrência estava sendo registrada, ele teria novamente desacatado, e ameaçado os policiais. Caso assinasse o TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) e liberado em seguida, mas diante das ameaças e resistência no interior do estabelecimento policial, o delegado Mário Bortoleto Torina decidiu pela prisão em flagrante do acusado e inclusive pediu na Justiça a conversão em prisão preventiva, pois considerou que ele coloca em risco a ordem pública.

 

Cristiani Azanha