Cidade registrava até ontem 370 óbitos e 17.167 positivados desde o início da pandemia. {Foto: Claudinho Coradini/JP}

Piracicaba atinge as 370 mortes por covid-19 com os três novos óbitos confirmados ontem pelo boletim da SMS (Secretaria Municipal da Saúde). A cidade não registrava morte pela doença do novo coronavírus desde o último dia 26 de outubro, quando a pasta divulgou outros três óbitos. Os três novos óbitos, de acordo com a secretaria, são mulheres – 59, 69 e 89 anos.

Além das mortes, Piracicaba tem 35 novos casos confirmados e, desde o início da pandemia, já soma 17.167 positivados. Destes, 12 são homens, com idades entre um e 83 anos, mais 23 mulheres, entre seis e 89 anos.

Até terça-feira (3), a cidade tinha 808 casos suspeitos, 34 a menos do que o número de suspeitos registrados na última segunda-feira (2), 842. Agora, segundo o boletim da SMS, são 36.265 casos descartados, 16.378 casos recuperados e 419 pessoas atualmente em tratamento nas unidades de saúde de Piracicaba.

ESTADO

O Estado de São Paulo registrou, ontem, 39.364 óbitos e 1.118.544 casos confirmados da covid-19, segundo boletim diário do governo. Entre o total de casos diagnosticados da doença do novo coronavírus, 1.017.876 pessoas estão recuperadas, sendo que 122.676 foram internadas e tiveram alta hospitalar.

O número de pacientes internados é de 6.982, sendo 3.938 em enfermaria e 3.044 em unidades de terapia intensiva, conforme dados das 10h de terça-feira (3).

VACINA

A Fio cruz ( Fundação Oswaldo Cruz) divulgou ontem que já iniciou estudo que deve descrever a progressão da covid-19 em seres humanos, segundo a instituição, “desde o começo da infecção até o desfecho”. O chamado Rebracovid, explica a Fiocruz, será conduzido em oito municípios – não divulgados – e contará com a participação de 5 mil voluntários. Além da Fiocruz, o estudo envolve outras 13 instituições de pesquisa e saúde.

De acordo com a fundação, os participantes passarão por avaliação clínica e laboratorial minuciosa, incluindo a testagem para infecções por vírus respiratórios e outras condições consideradas relevantes à pesquisa. Aqueles com diagnóstico confirmado da covid-19 serão acompanhados por até um ano.

Erick Tedesco
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