Assoalho pélvico

Ao ler uma reportagem que falava sobre este assunto resolvi enviar aos leitores (mais especificamente às leitoras), essas informações terapêuticas que ajudarão em tantos males que existem e afligem sem serem descobertos, apesar de consultas médicas, medicamentos, radiografias e exames de tudo que é tipo a fim de libertar dores e sofrimentos.

A abordagem ao “Assoalho Pélvico” está sendo uma descoberta fantástica que muitos profissionais conhecem, mas que são pouco comentados na medicina normal. Explicando melhor (e até transcrevendo para informar corretamente), assoalho pélvico é: “essa rede de músculos, ligamentos e nervos extremamente sensíveis na parte inferior da pelve (aquele local lá embaixo, que provoca dores em vários locais do corpo e que muita gente tem e não descobre nem com antibióticos, antivirais e antimicóticos), que sustenta o útero, o intestino, a bexiga, o cólon e o reto”. “Estabiliza o tronco e os quadris e afeta tudo, do orgasmo à continência urinária e se algo não vai bem, pode haver dor lancinante em vários órgãos e tecido, enfim, ele é o centro da força física que equilibra os dois lados do corpo”.

Achei importante dissertar sobre isso, pois, para tanta dor que existe, a dor pélvica afeta uma porcentagem grande de mulheres, sobretudo as que têm filhos ou estão na menopausa com o declínio hormonal e a perda da massa muscular e, que com o passar da idade vai aumentando. Então, quer dizer que, dores nas costas, nos quadris, na bexiga ou no abdômen podem estar ligados única e exclusivamente no problema desse “assoalho pélvico”. Nos homens menos comum, porém, “a DAP (disfunção do assoalho pélvico) é subdiagnosticada”, mas não estão imunes como 90% dos problemas de próstata entre outros (mas o assunto se alongaria demais…), contudo não devendo deixar ambos de pensar, numa avaliação do “assoalho pélvico fraco” também e, tanto mulheres como os homens comentarem isso com um profissional da área que, conforme li, com avaliações e sessões com um fisioterapeuta especializado e competente, somados a “exercícios feitos em casa como os de Kegel, para fortalecer músculos fracos e exercícios de relaxamento para músculos tensos como os flexores do quadril e glúteos”, informará sobre o DAP que, embora de “difícil diagnóstico na medicina é uma doença comum que afeta uma em cada três mulheres, geralmente após os 50, 60 anos de idade”. E, como completa uma fisioterapeuta americana “é preciso conhecer a causa para resolver o problema”, então se torna necessário intensificar o conhecimento do caso e a aplicação da fisioterapia para voltar a saúde ao normal.

Que esse artigo (que teria que ser muito mais comentado), contribua para o conhecimento e alívio de problemas de saúde que parecem ser tão difíceis, mas, que apenas carecem de um caminho certo que, com certeza levará a uma melhora num resultado tão doloroso e ansiado.

O conselho é para não deixarem de acreditar, pesquisar, correr atrás a fim de conseguir melhores resultados nessas dores tão desagradáveis.

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