Base Aviação de Piracicaba comemora 11 anos de atuação

Águia tem atuação nas 52 cidades da região (Alessandro Maschio/JP)

Há 11 anos, os tripulantes a Base de Aviação, o Águia ajudam no apoio no patrulhamento durante acompanhamentos, salvamentos e incêndio em locais de difícil acesso. A sede fica Piracicaba, mas os tripulantes têm livre acesso nos 52 municípios que fazem parte do CPI-9 (Comando de Policiamento do Interior). O comandante do Águia é o capitão Fabrício Padovani Rasera. A atuação dos tripulantes na região iniciou-se em 18 de agosto de 2010.

O capitão Carili, chefe da Seção Logística do Águia disse que as equipes atuam no patrulhamento preventivo e ostensivo. “Há situações de acompanhamento noturno em região próxima a canavial. Possuímos um equipamento farol que amplia a visão dos policiais em solo”, relatou o oficial. “Já atuamos também no salvamento de pessoas perdidas em cachoeira, atoladas em trilhas, entre outros”, completou.

Em janeiro de 2019, a equipe de Piracicaba transportou o coração de uma criança de 9 anos para transplante no Hospital do Incor, em São Paulo. Em 45 minutos o órgão chegou para outra criança de 5 anos.

Águia também atua em incêndios em locais de difícil acesso (Divulgação)

O comandante do CPI-9, coronel Willians de Cerqueira Leite Martins disse que os tripulantes do Águia são treinamentos para missões programadas, de emergência e em salvamentos. “A vantagem operacional do Águia é que possuem uma plataforma de observação ágil, com vantagem operacional e uma aplicabilidade muito grande”, relatou Cerqueira.

O grupo também atua em incêndios com os lançamentos com o equipamento “Bambi Bucket”, que tem a capacidade de 545 litros d’água.

QAP

Ano passado, por conta da pandemia da covid-19, os policiais não puderam receber as crianças atendidas por entidades da cidade durante o QAP (Quartel Aberto ao Público), mas conseguiram arrecadar oito toneladas de alimentos que foram doadas.

BRUMADINHO

Além das atuações na região, os tripulantes também são requisitados em situações críticas até em outros estados. Como ocorreu nos resgates de corpos após o rompimento da barragem de Brumadinho, em janeiro de 2020, pelo menos 270 pessoas morreram e outras dez continuam desaparecidas. Naquela ocasião, os policiais auxiliavam no transporte dos bombeiros e no resgate de corpos.

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Cristiani Azanha

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