Base de Aviação de Piracicaba sedia curso estadual de tripulantes

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Águia da PM de São Paulo é considerada referência no País (Alessandro Maschio/JP)
Águia da PM de São Paulo é considerada referência no País (Alessandro Maschio/JP)

Piracicaba sedia o curso de tripulantes operacionais. Participam 23 policiais militares de várias regiões do Estado, além de policiais do Amapá, Pará e Mato Grosso. Considerada como referência no país, a Polícia Militar de São Paulo sempre recebe pedidos para abertura de vagas para participantes de outros estados, que posteriormente serão multiplicadores dos conhecimentos adquiridos.

Tripulantes precisam estar preparados para situações diversas (Alessandro Maschio/JP)

Os candidatos passam por aulas teóricas, mas também são colocados em provas para testar o equilíbrio psicológico ou físico em situações de sobrevivência terrestre ou marítima. “Fazemos simulações de resgates em cachoeiras, cujo resgate terrestre é impossível. Sendo assim, os tripulantes precisam estar preparados para situações diversas”, disse o coordenador do curso, tenente da PM, Rafael Elias Franco Pinto.

No treinamento marítimo, por exemplo, os policiais são colocados em tanques com cinco metros de profundidade  e permanecem em exercício por até cinco horas contínuas. “Realizamos simulações de queda de aeronave em que o participante precisa resgatar o piloto ou outro membro da equipe. Esse treinamento é necessário, pois precisamos avaliar se o aluno está preparado para atuar em quaisquer situações, pois atuamos em situações críticas como roubos, cujos infratores também podem atirar na aeronave”, disse o tenente.

Curso termina em novembro de 2021 (Alessandro Maschio/JP)

Rafael enfatizou ainda que cada aeronave é composta por dois pilotos, que são oficiais, além de dois tripulantes que podem ser sargentos, cabos ou soldados. “Cada membro da equipe é importante e qualquer erro pode colocar em risco tanto a pessoa que precisa ser resgatada, por exemplo, como todos os tripulantes”, relatou.

O coordenador explicou ainda que o tripulante é “olho do piloto”, pois ele quem conduz o helicóptero não consegue ver o que está abaixo da aeronave.

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Cristiani Azanha

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