Bienal Naïfs entra em seu último mês de exposição

Margarete Chiarella: ‘visita dura, em média, 90 minutos’

A mostra pode ser visitada presencialmente por meio de agendamento on-line

Segue até o último domingo (dia 25) de julho a oportunidade de ver presencialmente a 15ª edição da Bienal Naïfs do Brasil no Sesc (Serviço Social do comércio) Piracicaba – a visita deve ser agendada pelo link sescsp.org.br/exposicoes, tanto por pessoa (individual) como para grupos com até cinco pessoas.

A visitação tem duração média de 90 minutos e os horários disponíveis são de terça à sexta-feira, 14h, 16h ou 18h, aos sábados e domingos, às 10h ou meio- -dia. No Sesc, as atividades presenciais seguem rígidos protocolos de órgãos de saúde pública. Com acesso gratuito, a bienal tem visitação com horário reduzido e ocupação limitada. A exposição trabalha a partir do título ‘Ideias para adiar o fim da arte’. As informações são da agente de cultura e lazer do Sesc São Paulo, Margarete Regina Chiarella. “Entrelaçando o pensamento de Ailton Krenak, indígena brasileiro cujas reflexões sobre os dilemas atuais têm tido crescente repercussão e o do filósofo e crítico de arte estadunidense Arthur Danto já é possível imaginar parte das reflexões possíveis na visita à exposição”, diz Margarete sobre os pensadores que norteiam a edição atual da bienal.

PIRA na NAÏFS

Alguns artistas piracicabanos (nascidos ou residentes) estão presentes como Alexandra Jacob, com a instalação Cantinho de Benzer. Estrack, também selecionado na 13ª edição da mostra, vem com duas obras posicionadas logo na entrada da unidade: ‘Helicóptero e Bombeiro’, que nos leva a refletir sobre o lugar do brinquedo- -objeto no campo da arte. Maria Gobet, com ‘Um lugar tranquilo’ e ‘Abençoai-nos’ apresenta um meticuloso trabalho com tecidos coloridos e linhas onde até seu verso nos proporciona uma outra obra em duas cores. Pedro Zagatti, nascido em Matão, mas residente em Piracicaba, está com as obras ‘Retirantes e Refugiados’ em dois grandes painéis em cerâmica, acrílica e colagem. Silveira, de Candagolândia (DF), também morador local apresenta a obra ‘Corvo’, uma escultura em madeira posicionada no corredor de esculturas no piso superior da unidade. Já Carmela Pereira foi selecionada com as obras ‘O clã das bruxas boas’ e ‘A dança dos sacis’, artes produzidas com tinta óleo sobre tela.

Cristiane Bonin

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