O texto incluí a política de fomento ao setor da atenção primeira à saúde, além da elaboração de estudos e alternativas de parcerias com iniciativa privada para a construção, modernização e a operação de Unidades Básicas de Saúde dos estados, do distrito Federal e dos municípios.

Na terça-feira (27), foi publicado no Diário Oficial da União, o decreto 10.530 aprovado pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro que autoriza a equipe econômica realizar um novo modelo de privatização das UBSs (Unidades Básicas de Saúde).  Este cenário ocorre em meio à pandemia do novo coronavírus, em que o País vive uma das maiores crises de saúde pública.

O texto incluí a política de fomento ao setor da atenção primeira à saúde, além da elaboração de estudos e alternativas de parcerias com iniciativa privada para a construção, modernização e a operação de Unidades Básicas de Saúde dos estados, do distrito Federal e dos municípios.

Além disso, os estudos terão a finalidade inicial de estruturação de projetos pilotos, cuja seleção será estabelecida em ato da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos do Ministério da Economia.

Pelo twitter centenas de deputados e ex-ministros da Saúde se manifestaram contra este decreto.

A Deputada Federal Jandira Feghali, comentou no seu perfil no twitter que não vai permitir que o Bolsonaro tente privatizar o SUS. “Apresentei um PDL contra o decreto que planeja o ataque às unidades básicas.”, disse.

Já Sâmia Bomfim, declarou que junto do PSOL, apresentaram um projeto para derrubar o nefasto decreto de Bolsonaro que abre espaço para a privatização do SUS. “Precisamos nos mobilizar para impedir esse ataque gravíssimo à saúde pública brasileira.”, reforça.

“Defendam o SUS! Em meio à maior pandemia dos últimos tempos, Bolsonaro apresentou um decreto que permite a privatização das unidades básicas de saúde. A saúde pública é direito garantido! A bancada do PSOL apresentou um projeto de decreto legislativo pra suspender esse absurdo.”, comenta o Deputado Federal, David Miranda.

O Presidente do Conselho Nacional da Saúde, Fernando Pigatto, se manifestou através de um vídeo, publicado no Twitter, contra esse novo decreto. “Estamos encaminhando para a nossa câmara técnica de atenção básica fazer uma avaliação mais aprofundada e tomarmos medidas cabíveis, neste momento precisamos fortalecer o Sistema Único de Saúde, esse sistema que tem salvado vidas”, disse.

Da Redação

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