Carreiras

As taxas de desocupação no Brasil, atualmente, indicam que 11,2% da população do país encontra-se desempregada, de acordo com Oibge (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Tal percentual representa um contingente de aproximadamente 12,5 milhões de brasileiros.

Apesar deste cenário ainda ser negativo para milhões de trabalhadores, observa-se que muitos profissionais não ficam parados frente à crise. Pesquisas realizadas entre 2018 e 2019 indicam que a quantidade de profissionais que optam por realizar trabalhos temporários ou informais, ou seja, atuando como freelancers, têm aumentado vertiginosamente.

Thomas Carlsen, fundador da startup mywork, especializada em controle de sistema de ponto online, afirma que atuar informalmente é uma boa saída para quem não pode ficar parado: “Diante de um cenário de crise econômica e dificuldade de ingressar no mercado de trabalho, o profissional que consegue se adaptar a novas atividades, ainda que mais informais, tem a vantagem de se manter ativo no mercado”, afirma o executivo.

Tal cenário é impulsionado, também, pela maior facilidade de se conseguir trabalhos e projetos em plataformas especializadas para profissionais autônomos. As áreas que mais contratam freelancers no Brasil, atualmente, são TI, design, multimídia, marketing e vendas, programação, tradução e conteúdo. No primeiro semestre de 2019, mais de 200 mil projetos foram realizados por freelancers na plataforma Workana, que conecta empresas e profissionais autônomos por toda América Latina.

De acordo com dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil conta com aproximadamente 1,3 milhão de profissionais autônomos em seu território, assumindo o posto de terceiro país com mais trabalhadores informais, ambulantes, freelancer e remotos do mundo, sendo a região sudeste a que mais concentra profissionais freelancer no Brasil.

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