Calçada está danificada há mais de 45 dias na avenida Pompéia

Foto: Claudinho Coradini/JP

Uma das calçadas da avenida Pompeia, que fica entre os bairros Pompeia e Alvorada, virou um problema recorrente dos moradores da região e principalmente dos pedestres que passam diariamente pelo local, seja para irem à escola, trabalho, entre outras atividades. O local sofreu uma erosão no final de fevereiro, e o resultado foi uma calçada totalmente destruída, colocando em risco a vida e a segurança da população.
A calçada é facilmente reconhecida pelos moradores, já que fica próxima a uma área verde, no qual passa um córrego por baixo, além de grades colocadas pela Prefeitura por meio da Semuttran (Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte), impedindo que crianças, adultos e idosos passem pelo local.
“É complicada esta situação, já que a calçada está destruída há mais de 45 dias e no momento nada foi feito”, disse a revendedora de cosméticos Bruna Rocha, moradora do bairro Alvorada, que, antes da quarentena passava diariamente no local. “Temos que ficar atentas, já que fico de costas para os carros que passam, sendo que alguns vem em alta velocidade”, completou.
Mesmo prevenindo a população de se machucar seriamente no local, outro problema enfrentado é em relação a passagem de carros, já que, sem uma calçada adequada, os pedestres têm que invadir a faixa ao lado, se expondo novamente ao perigo, agora com a possibilidade de serem atropelados. Dependendo da direção, os pedestres chegam a ficar de costas para os carros. Com isso, os motoristas que passam pelo local têm que tomar o dobro de atenção, para evitar um atropelamento e uma batida com outro carro caso opte por invadir temporariamente a faixa ao lado.
A dona de casa Matilde Barros, outra moradora da região, também está preocupada com o estado da calçada, já que é mãe de dois filhos pequenos e teme que alguma criança se machuque seriamente no lugar. “Os meus filhos são elétricos, mas consigo segurá-los quando passamos pelo local. Imagine então a criança que estiver sem os pais ou os responsáveis? Manter a rua assim é esperar pelo pior”, detalhou.
Em resposta a reportagem, a Prefeitura de Piracicaba, por meio de sua assessoria de imprensa, disse que o trecho é de propriedade particular, porém, como uma galeria de água pluvial, a obra é de responsabilidade da Prefeitura, mas a mesma está fazendo um projeto para viabilizar a obra, sem data definida no momento.