Campanha cresce em 6 vezes o atendimento, mas falta comida

Alunos e professor Leandro Amaral Judica, da Escola Mello Ayres, são parceiros do grupo

Amigos do Bem pede doação de leite e mantimentos não perecíveis e novos integrantes para o grupo

A campanha Amigos do Bem conseguiu ampliar o número de atendidos de 100 para 600 entre os invernos de 2020 e 2021. A notícia é boa, mas a demanda por alimentos não perecíveis e leite está alta. Também é necessário dobrar a mão de obra da equipe de 20 para 40 pessoas, informa um dos fundadores do grupo solidário, Felipe Cypriano – a cooperação pode ser feita a qualquer momento do dia, sem comprometimento; para integrar o Amigos do Bem, entre em contato pelo WhatsApp (19) 97112-9417. “A campanha está sendo ótima mesmo, pois ajudamos muitas pessoas em situações de rua e muitas famílias necessitadas, principalmente pessoas que não tinham o que vestir no frio.

Fizemos muitas marmitas, café da manhã para eles. Contribuímos também com a comunidade Frederico, que passou por um incêndio na última segunda-feira”, informa Cypriano. A campanha tem o apoio do Jornal de Piracicaba e da Escola Estadual Mello Ayres.

AINDA FALTA!

Os pedidos aos Amigos do Bem chegam constantemente, principalmente quanto à alimentação. Uma família recém-chegada em Piracicaba do Piauí, com três filhos, estão entre os pedidos de auxílio por aqui e nas estatísticas nacionais o Brasil bateu recorde neste ano com o maior número de pessoas em estado de miséria: 14,5 milhões de famílias. “Estamos com poucos alimentos para doar. Precisamos de mantimentos e leite”, informa Cypriano.

DOE!

A campanha está em plena arrecadação para a população em situação de rua e pessoas periféricas, com foco agora em alimentação (produtos de cesta básica não perecível e leite). Há três pontos de coleta: em horário comercial na sede do JP (avenida Luciano Guidotti, 2.525) e na filial (rua Boa Morte, 1.403). Na Escola Estadual Mello Ayres (rua Cel. Fernando Febeliano da Costa, 429, São Dimas), das 8h às 16h, de segunda à sexta-feira.

Cristiane Bonin

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