Campos e Rotta disputam presidência da Câmara

No meio dos discursos, 21 vereadores, 13 deles compõem a renovação do Legislativo.

Duas chapas disputam a presidência da 18ª legislatura da Câmara de Vereadores de Piracicaba no biênio 2021 a 2022. Os grupos são encabeçados por Paulo Campos (Podemos) e Gilmar Rotta (Cidadania), que encerra hoje seu mandato como presidente. De um lado, o discurso da renovação defendido por Campos, que inicia o terceiro mandato como parlamentar, quer se sobrepor à promessa de continuidade das ações e programas iniciados e defendidos por Rotta.

No meio dos discursos, 21 vereadores, 13 deles compõem a renovação do Legislativo.

Em 2015 e 2016 Rotta foi vice-presidente da Mesa Diretora que teve como presidente Matheus Erler. O atual presidente defende o diálogo com a sociedade e quer ter a chance de fazer o que a pandemia de covid-19 impossibilitou. “Quando assumimos a Câmara projetamos programas e ações que começaram a dar resultados. Avançamos muito, mas o ano de 2020 foi difícil para todos e para Piracicaba. Um novo mandato tem por objetivo continuar uma atuação de diálogo com a sociedade”, afirmou.

Rotta não disse quanto, dos 12 votos necessários para a cadeira de presidente, ele possui. “Não há uma divisão entre os 23 vereadores, há formas diferentes de pensar a gestão da Casa”.

Com oito votos garantidos, Paulo Campos defende a necessidade de renovar o Legislativo a exemplo do Poder Executivo. Com Laércio Trevisan (PL) como vice, Campos disse que não vai haver negociação de cargos e prometeu promover mudanças nas diretorias da Casa. “Não vou mudar 100%, mas adianto que as indicações de vereadores não vão se manter”, avisou.

O candidato à presidência também anunciou que os diretores terão de cumprir as 8 horas diárias de jornada, o que segundo ele, não acontece atualmente. A eleição da mesa diretora acontece amanhã, às 10h.

Beto Silva
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