Cão resgatado em rodovia é adotado e ganha novo lar

Cão é levado de viatura para seu novo lar (Divulgação)

O vira-lata resgatado na semana passada, na Rodovia do Açúcar, pelo tenente da Polícia Militar Gilberto Algarra, foi levado para um sítio em Saltinho, onde terá muito espaço para brincar com seus novos “irmãos”,para sempre ficará longe dos riscos de uma rodovia e o abandono. Ele foi adotado pela cabo da PM Sueli Tavares, que ficou apaixonada pelo cão. Nos dias de banho, o cãozinho que ganhou a simpatia dos policiais, ficará na casa dela.

“Coloquei o nome dele de Fulico, porque ele tem uma carinha de que vai fuçar para todos os lados. Nos dias de hoje percebemos que pequenos gestos podem representar grandes coisas. Percebemos que as pessoas estão envolvidas com bens materiais, como um celular ou um carro novo e muitas vezes se afastam do amor. Ajudando uma criança, ou recolher um animal são algumas ações que podem melhorar a sociedade”, relatou a policial.

Cãozinho terá muito espaço para brincar com a cabo Sueli (Reprodução)

DESPEDIDA
Fulico ficou na casa do tenente na última semana, que já tem outras duas cachorras. Uma delas até aceitou-o, já a outra nem queria saber. Por alguns momentos, Algarra relatou que ela poderia mordê-lo. O cãozinho é um exemplo de que o amor muda tudo ao redor. Após ser colocado na viatura da PM, o Fulico fez pose na janela, e já tinha uma carinha de marrento. Nem precisava entender de pets para ver, que a carinha de triste e amedrontado, quando foi encontrado na rodovia já fazia parte do passado. Algarra sabia que estava fazendo a coisa certa, mas por alguns momentos pensou em desistir da adoção e colocá-lo de novo na viatura.

Algarra disse que não foi fácil levar seu pequeno “cãopanheiro” para sua nova casa (Reprodução)


“ A vontade dele era ser auxiliar no policiamento ostensivo, mas expliquei para ele que era jovem demais e que deveria curtir a infância primeiro para depois assumir grandes responsabilidades”, brincou o policial. Segundo ele, foi muito gratificante ter a oportunidade de ajudar um cachorro nessa situação. “O curto período de uma semana foi suficiente para nós nos apegarmos ao cãozinho”, enfatizou Algarra.

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Cristiani Azanha
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