Cartilha orienta mulheres para proteger e prevenir de violências

Publicação é fruto do Grupo de Trabalho “Rede de Atendimento e Proteção às Mulheres de Piracicaba”

O Grupo de Trabalho “Rede de Atendimento e Proteção às Mulheres de Piracicaba” lançou cartilha explicativa com direitos e serviços voltados às mulheres no município. Objetivo é a prevenção e proteção contra violências. O documento está disponível aqui, no site da Prefeitura e será publicado no site da Câmara.


O material traz as formas e tipos de violência contra a mulher; como proceder em caso de violência doméstica e familiar; os serviços públicos disponíveis para mulheres no município, assim como os serviços de segurança pública, saúde, sistema de justiça e assistência social. Também aborda os conselhos, entidades e coletivos da cidade e a rede de atendimento e proteção, como o disque 180.


“Este informativo também se destina aos profissionais que atendem mulheres em situação de violência, favorecendo a conexão e articulação entre os serviços […] para que as mulheres recebam atendimento completo e humanizado, sem revitimização”, diz a cartilha em sua apresentação.

Formado em 2018, o Grupo de Trabalho é formado por órgãos, instituições e entidades que prestam atendimento à mulher em situação de violência, envolvendo serviços municipais, estaduais e federais, dos poderes executivo, legislativo e judiciário.


A cartilha tem sido desenvolvida desde o ano passado. “Queremos disponibilizar esta cartilha em formato on-line e impresso à população. Este é mais um importante trabalho finalizado após muito diálogo e participação, alinhado com tudo o que já discutimos nesses dois anos de criação da Rede de Atendimento e Proteção à Mulher”, afirma a vereadora Nancy Thame (PV), que coordenada o Grupo representando a Procuradoria Especial da Mulher.

Também participa da coordenação o Conselho Municipal da Mulher.
Para a responsável pela Smads (Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social), “a informação sempre é importante para mudar as relações e para a pessoa saber que há possibilidades do rompimento do ciclo”.

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Andressa Mota

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