Foto: Claudinho Coradini/JP

Atualizado em 30 de outubro, às 13h

A partir de 9 de novembro, os salões de festas e buffets poderão retomar a realização de aniversários, casamentos, bodas e eventos corporativos, mas com restrições. Varejões sociais, centros comunitários e outros espaços públicos também poderão reabrir a partir do mesmo dia. As decisões foram publicadas, respectivamente, pelos decretos municipais 18.500 e 18.501.


De acordo com o decreto que regulariza os salões de festa e buffets, os estabelecimentos só poderão promover eventos por dez horas diárias seguidas ou seccionadas, até ás 23h. Podem ser realizados, no máximo, dois eventos por dia, de segunda-feira a domingo. A capacidade máxima permitida será de 50% conforme alvará do Corpo de Bombeiros.

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Se houver fornecimento de alimentação ou bebidas alcoólicas, deve seguir o protocolo estabelecido para bares, restaurantes e similares. É obrigatório uso da máscara durante todo o evento, podendo ser retirada apenas durante as refeições.


A temperatura dos convidados deve ser aferida na entrada, assim como no local deve ter tapete sanitizante e suportes com álcool gel 70%. Estão proibidas utilização de brinquedos e atividades coletivas.

É permitido música ao vivo, com três músicos, ou música mecânica. Porém, é proibido interação com os músicos ou dança. Somente serão permitidas dança dos noivos, com seus pais e casais que comemorem as bodas.


Os atendentes devem permanecer com máscara e protetor de acrílico, vidro ou outro material entre eles e os convidados. Os organizadores deverão manter por 14 dias declaração de todos os funcionários próprios ou terceirizados atestando não estarem com qualquer sintoma da covid-19.

Os eventos devem ser informados à prefeitura pelos estabelecimentos com antecedência. As autorizações podem ser revogadas a depender da evolução da pandemia.


Para o empresário René Jorge Calil, da Maison Vivenda, é fundamental que as pessoas lembrem que ainda estamos em uma pandemia e que a retomada precisa ser consciente, respeitando as regulamentações dos governos estadual e municipal para preservar a vida.


Calil lembra ainda que a maioria dos eventos já foram remarcados para 2021 e que, pelas restrições, há certa resistência em fazer um aniversário infantil, por exemplo, sem brinquedos, ou de 15 anos sem pista de dança.

Outro ponto que o empresário questiona é se os convidados estarão confortáveis em comparecer ao evento. “O setor de eventos tem que se reconstruir, começar tudo de novo. Ter paciência. Convencer as pessoas que é um pouco mais difícil nesse momento o comparecimento delas nesses locais. Os eventos podem até ter tido liberação, mas será que as pessoas vão se sentir bem para comparecer?”, comenta.

Andressa Mota

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